Engano de servidor parece “Conto da Carochinha” da Polícia Legislativa

Algo de muito podre ronda a Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados.

O diretor do setor, alega que um recepcionista registrou por engano a entrada de Adélio Bispo de Oliveira na Câmara, no dia 6 de setembro, o dia do atentado contra Jair Bolsonaro.

Ora, foram constatados os registros de duas entradas do criminoso.

O tal servidor registrou por engano duas vezes?

E o nome do servidor distraído agora é mantido sob sigilo.

Parece óbvio que caso o atentado tivesse sido exitoso e no meio da multidão Adelio tivesse conseguido fugir, o álibi estaria pronto. Esse era o plano e isto parece bem claro.

A PF tem que investigar duramente essa polícia...

É crime de mando. Crime planejado. Crime político.

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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