Revista britânica que aplaudiu Lula e Dilma tenta desqualificar Bolsonaro

Em sua matéria de capa desta semana, a revista britânica, The Economist, tomou o tempo para fazer contra o candidato à presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, todo o tipo de crítica que economizou contra a ex-presidente, Dilma Rousseff e o condenado, Lula.

A revista cobria de elogios o líder do maior esquema de corrupção estrutural da história. Em agosto de 2009, em uma matéria entitulada “De que lado o Brasil está”, a publicação dizia que “nenhuma reunião internacional para se discutir finanças ou mudança climática parecia completa sem Lula”, o chamava de “o presidente inspirador do país” e dizia que a “nova proeminência do país se devia em grande parte ao sucesso de Lula”.

Hoje, para a The Economist, Bolsonaro colocaria a democracia do Brasil e da América Latina em risco. É interessante que a revista nunca ousou tecer comentário semelhante quando, em novembro de 2009, ao final do segundo mandato de Lula, publicou uma capa em que mostrava o Cristo Redentor decolando. Nem mesmo durante os desastrosos mandatos de Dilma a revista ousou tocar nas ligações ditatoriais petistas e nos governos populistas ligados ao Foro de São Paulo, que iam tomando conta do continente e destruindo países via centralização estatal e muita, mas muita corrupção. Nessas ocasiões, a publicação se limitou a comentar que Dilma deveria “largar o osso” frente a tantos escândalos.

Afirmou ainda que o presidenciável seria um “desastre”, ignorando que sua previsão de “paraíso vindouro”, quando tecia elogios às políticas petistas, nunca recebeu sequer um mea culpa. Convidaram os brasileiros a entrar no barco furado petista em bons mares, e quando a tempestade chegou, pularam da barca e a única coisa que foram capazes de fazer foi apontar que o barco estava furado.

Alegam ainda que se preocupam com a “admiração que Bolsonaro demonstra por ditadores” e que “Bolsonaro é o último de uma onda de populistas, que vai de Donald Trump nos EUA, a Rodrigo Duterte nas Filipinas e a uma coalizão de esquerda e direita com Matteo Salvini na Itália. Sua adesão a esse clube é, particularmente, desagradável”

É interessante como a onda vermelha que literalmente vem banhando a América Latina em sangue e tirania nunca pareceu “particularmente desagradável” aos editores da The Economist. Lula e Dilma nunca foram criticados por suas ligações com Chávez, Maduro, Castro e Ortega, nem mesmo após a tirania comunista dos três últimos ser definitivamente instaurada e o sangue começar a correr.

A revista ainda critica “a resposta de Bolsonaro ao crime”:

“A resposta do Sr. Bolsonaro ao crime é, na verdade, matar mais criminosos – embora, em 2016, a polícia tenha matado mais de 4.000 pessoas”, afirma.

Aqui, a publicação deixa claro de que lado está: está preocupada com os 4 mil criminosos mortos em conflito com a polícia, mas não menciona os 59 mil inocentes assassinados todos os anos. Soa como se Maria do Rosário fosse a editora chefe.

A reportagem termina afirmando que “a democracia no Brasil ainda é jovem e flerta com um autoritarismo preocupante”. Vejam: flertar com o regime de Trump é flertar com um autoritarismo preocupante e ameaçar a democracia, mas enquanto Lula e Dilma flertavam com Maduro, Castro, Chávez, Ortega e outros tantos lunáticos da extrema-esquerda, o Cristo Redentor decolava ao infinito em uma capa campeã de vendas e elogiada por economistas keynesiano/marxistas entre as elites acadêmicas globalistas.

Matheus Dal'Pizzol

Palpites sobre o oblívio das virtudes

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