Toda a escumalha da esquerda estará junta, se houver 2º turno

A eleição presidencial se aproxima. O primeiro turno será no próximo dia 7 de outubro. Bolsonaro estaria liderando, pelas pesquisas, com 28% das intenções de voto, tanto no IBOPE, quanto no DATAFOLHA.

A não ser que, contrariando as pesquisas, com Bolsonaro vitorioso já no primeiro turno, somando mais de 50% dos votos válidos, tudo leva a crer que haverá um segundo turno, disputado pelos dois candidatos mais votados no primeiro turno.

Na “cola” de Bolsonaro, se procedentes as pesquisas, estariam 4 (quatro) candidatos com alguma chance de passar ao segundo turno, todos “teoricamente” de esquerda, mais precisamente, Fernando Haddad (Ibope 19% e Datafolha 16%), Ciro Gomes (Ibope 11 % e Datafolha 13 %), Geraldo Alckmin (Ibope 7% e Datafolha 9%) e, finalmente, Marina Silva (Ibope 6% e Datafolha 7%). Os demais candidatos seriam “cartas fora do baralho”.

Nessas eleições, sem dúvida a esquerda foi bem mais esperta que a direita. Entrou com diversos candidatos na certeza de que pelo menos um deles estaria assegurado no segundo turno, onde ainda contaria com uma “ajuda” dos computadores do TSE na totalização dos votos.

Enquanto a chamada direita “dormiu” e somente colocou um candidato com alguma chance de passar à segunda fase das eleições, no caso, Jair Bolsonaro, a esquerda se equipou com um verdadeiro “batalhão” de candidatos, espalhados em diversas siglas partidárias.

A esquerda sabe melhor que ninguém que o “jogo” eleitoral tem múltiplas semelhanças com qualquer jogo de loteria. Quanto mais se joga, maiores serão as chances de ganhar.

“Matematicamente” falando, a tendência seria de que qualquer candidato de esquerda que passar para o segundo turno das eleições, para disputar com Bolsonaro, levaria consigo os votos dos demais competidores da “esquerda”, seus “colegas”, derrotados.

Ora, enquanto Bolsonaro teria 28% das intenções de voto, nos dois citados institutos de pesquisa, a “soma” dos demais candidatos de esquerda estaria representando 43%, no Ibope, e 45 %, no Datafolha.

Mas mesmo assim a possibilidade de vitória de Bolsonaro num eventual segundo turno não estaria afastada.

Embora a cúpula do PSDB tenha vínculos sólidos com o “socialismo fabiano”, e “caviar”, do “deus” desse partido, o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, na verdade o eleitorado potencial dessa agremiação partidária não tem esse mesmo perfil ideológico. Está muito mais para a direita do que para a esquerda. O mesmo pode ser afirmado em relação ao candidato do PDT, Ciro Gomes, que nem é um trabalhista “histórico”, e que certamente não teria tamanha ascendência sobre o seu partido de modo a levar os seus eleitores a votar no PT, que inclusive era “odiado” por Leonel Brizola.

Dificilmente Bolsonaro levaria para o segundo o turno, se fosse o caso, o eleitorado de Marina Silva. Tanto a candidata, quanto os seus apoiadores, não passam de PT “disfarçados”, ou do seu “Plano B”.

Portanto será preciso grande esforço para expulsar a esquerda dos estragos políticos, sociais e econômicos que fez ao Brasil, desde 1995, após a eleição e posse de FHC, incrementados após a posse de Lula, em 2003, até hoje.

O que mais impressiona é a “cara de pau” do PT em culpar Michel Temer “sozinho” por todos os estragos feitos no Brasil pela esquerda. O PT esteve na Presidência da República em 13 dos últimos 15 anos. Como pretender culpar Temer? Temer somente deu continuidade ao desgoverno e corrupção do PT.

Parece, pois, que a melhor chance de apear o PT do poder seria uma grande votação para Bolsonaro vencer ainda no primeiro turno.

Num eventual segundo turno, ainda haveria um risco maior de manipulação das eleições, pelas urnas eletrônicas e computadores do Tribunal Superior Eleitoral, ou seja, uma fraude eleitoral para beneficiar o candidato da esquerda.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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