Petrobrás, uma empresa jogada às 'traças'... É a triste realidade

A Petrobrás coloca nos próximos dias mais cinco mil pessoas no rol de desempregados.

Além disso, a companhia terá de vender mais bens para atingir a meta de investimento de US$ 15,1 bilhões até 2019. Os recursos são necessários para investir e pagar vencimentos da dívida em 2016, estimados em US$ 20 bilhões.

Os cortes adicionais nos investimentos e nos custos administrativos serão discutidos em reunião do Conselho de Administração da estatal, no próximo dia 30. A revisão, se faz necessária diante da mudança nas premissas do plano, que considerava a taxa de câmbio a R$ 3,10 neste ano e o barril do petróleo a US$ 60 (atualmente, está abaixo de US$ 50).

Hoje, o cotidiano da Petrobrás é completamente diferente de outrora. O medo impera entre os funcionários, terceirizados e fornecedores. 

Especificamente em relação aos fornecedores, aqueles que pretendem continuar negociando com a empresa, estão tendo que reduzir significativamente os valores de seus contratos.

Por outro lado, com relação a meta de produção de petróleo, a redução também será drástica. Se antes a companhia sonhava dobrar de tamanho em cinco anos e pular de uma produção da ordem de 2 milhões de barris de petróleo por dia para 4,2 milhões de barris em 2020, a expectativa atual é bem mais modesta. Até agora, a previsão é chegar a 2020 com 2,8 milhões de barris diários. 

Fica a constatação: a Petrobrás é hoje um esqueleto em decomposição.

Fica a indagação: de quem é a culpa?

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da Redação

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