Com Bolsonaro eleito e novo Congresso, impeachment de Gilmar vai avançar

Na marca do pênalti...

Quem diria, o povo utilizando o sagrado direito do voto e mudando os rumos do país.

Teremos um novo congresso, onde certamente o pedido de impeachment do ministro Gilmar Mendes será desengavetado.

As atitudes do ministro contra a operação Lava Jato serão examinadas pelos novos parlamentares.
Na véspera do pleito, sexta-feira (5), Gilmar voltou a cometer mais uma ação maligna, determinando a soltura de José Richa Filho, irmão do ex-governador do Paraná Beto Richa, e de mais sete presos da 55ª fase da Operação Lava Jato.

A Força Tarefa divulgou uma nota fulminando o ‘extraordinário laxante’, alertando que a sociedade precisa discutir "com seriedade os excessos praticados pelo ministro Gilmar Mendes" e aduzindo ainda, que a decisão “desconsiderou a existência de evidências claras de corrupção sistêmica (...)".

Gilmar invariavelmente age em nítida proteção a corruptos, tanto do PSDB, quanto do PT, caso, por exemplo, de José Dirceu.
A eventualidade de um novo governo petista certamente transformará Gilmar na mais forte autoridade do Judiciário brasileiro. Sua inserção sobre o próprio Dias Toffoli é notória.

Vale lembrar, que recentemente, um dos deputados componentes do grupo petista denominado ‘Os três patetas’ revelou a ‘parceria’ do partido com o ministro.

De outro lado, em se concretizando a iminente derrota petista, com a eleição de Jair Bolsonaro e com o Congresso forte, com parlamentares sem ‘telhado de vidro’, novos dias hão de vir.

Assim, o sucesso do pedido de impeachment contra Gilmar Mendes, irá significar o fortalecimento de nossas instituições e o início de um rigoroso processo de moralização de nossa Justiça.

Só um governo forte, com apoio popular e sem nenhum tipo de envolvimento com falcatruas, corrupção e distribuição de propina, poderá garantir esse novo horizonte para o país.
O nome que encarna isso é Jair Bolsonaro.

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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