Por pura inveja, Amoêdo contraria bases e envelhece o Novo

Tudo indica que Amoêdo sonhou um dia encarnar o papel que ora cabe a Jair Bolsonaro.

Quando Janaína Paschoal, logo no início do 1º turno, sugeriu que o então presidenciável do NOVO renunciasse a sua candidatura e apoiasse Jair Bolsonaro, para que juntos derrotassem o PT, que seria o grande mal a ser combatido, o ex-candidato rechaçou a ideia e alegou que o projeto de seu partido, necessariamente incluía a sua participação no pleito de 2018.

Mais tarde, o clamor de Janaína fez eco em Minas Gerais, através do candidato Romeu Zema, do NOVO, que na reta final da campanha de 1º turno, antevendo a possibilidade de vitória de Bolsonaro e consequente desfecho do pleito presidencial, pediu votos para o candidato do PSL.

Hoje vemos a base do NOVO unida em torno de Bolsonaro. Inúmeros eleitos do NOVO declarando apoio ao 1º colocado no 1º turno, como por exemplo o deputado federal mais votado do Rio Grande do Sul, Marcel Van Hatten, bem como o próprio Zema e tantos outros.

Amoêdo, por sua vez, juntamente com os seus comandados na executiva nacional do partido, certamente por pura inveja ou qualquer outro sentimento mesquinho, declarou neutralidade.

Incoerentemente, diz que o PT não dá, o PT nunca mais, o PT é corrupto, mas não apoia o que se apresenta contra o PT e que tem a preferência de toda a base do NOVO;

Amoêdo é um coronel. O coronel do NOVO.

Ou o NOVO descarta Amoêdo ou já terá envelhecido.

Ficar em cima do muro é coisa de PSDB

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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