Desembargadora que detonou Toffoli é defensora do “Lula Livre” e do “#EleNão”

A desembargadora do Tribunal de Justiça de São Paulo Kenarik Boujikian, que está sendo notificada pelo Corregedor Nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, para dar explicações sobre críticas que fez ao ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), tem uma particularidade curiosa em sua agitada vida nas redes sociais.

A magistrada é uma notável ativista, defensora intransigente do “Lula Livre” e crítica voraz de Jair Bolsonaro.

É quase uma militante...

Kenarik criticou uma declaração de Dias Toffolli, no sentido de que não utilizava as expressões “golpe” e “revolução” para se referir a 1964. Para o ministro o mais adequado seria usar “movimento de 1964”.

A desembargadora, comentando a declaração de Toffoli, foi bastante dura, afirmando que um ministro do STF “chamar de movimento um golpe reconhecido historicamente é tripudiar sobre a história brasileira” e “desrespeitar as nossas vítimas”.

Nesse sentido, o corregedor entendeu que as declarações de Kenarik podem caracterizar conduta vedada a magistrados.

Fica a dúvida: ativismo político pode?

Veja abaixo:

da Redação

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