As cinco maiores Fake News da Folha contra Jair Bolsonaro

A "reportagem" publicada nesta semana pelo jornal Folha de S. Paulo, que alega - sem qualquer embasamento - a existência de financiamento ilegal na campanha de Jair Bolsonaro, parece dar sinais de não passar de apenas mais um triste episódio no histórico de notícias sensacionalistas contra o candidato do PSL e até contra o candidato à vice, Hamilton Mourão. Relembramos aqui outras ocasiões em que o jornal mentiu, distorceu ou desacreditou informações relacionadas ao candidato.

1. Ameaça de morte à ex-mulher

No final de setembro, a Folha afirmou em manchete que Bolsonaro teria ameaçado a ex-mulher de morte. O fato foi negado pela própria ex-mulher do candidato e as informações se baseavam em fonte diferente da alegada na manchete.

2. Distorção da fala de Hamilton Mourão

Na semana anterior, a Folha já havia feito uma manchete sensacionalista, descontextualizando uma fala do candidato a vice, Hamilton Mourão. A tentativa de colocar Mourão contra mães-solteiras não fazia qualquer menção ao fato de que a fala do candidato era sustentada por diversos estudos científicos, como demonstrado em matéria pelo Jornal da Cidade Online.

3. Reimplementação da CPMF

Na mesma semana, em reportagem assinada por Mônica Bergamo, também sem qualquer conteúdo comprobatório, o jornal alegou uma intenção de criação de imposto nos moldes da CPMF, o que foi negado pelo economista da chapa, Paulo Guedes, que declarou: "Não foi isso que foi falado."

4. Eduardo Bolsonaro teria usado dinheiro público para "curtir a vida"

5. Caixa 2

A bola da vez. As alegações feitas nesta semana, ao que tudo indica, não passam de mais uma jogada política apoiada por uma jornalista elitora declarada do PT. Nem mesmo na representação levada pelo partido ao TSE, exigindo a cassação da chapa do PSL, há qualquer documento que corrobore a matéria. Era de se esperar que, para dar peso frente à justiça eleitoral, o PT tivesse ao menos conseguido os documentos comprobatórios junto à reportagem. Segundo o ministro Jorge Mussi, o pedido do PT é baseado apenas em matérias jornalísticas que não permitem demonstrar a veracidade das suspeitas. Na decisão que abriu investigação contra Bolsonaro consta que "toda a argumentação desenvolvida pela autora está lastreada em matérias jornalísticas, cujos elementos não ostentam aptidão para, em princípio, nesta fase processual de cognição sumária, demonstrar a plausibilidade da tese em que se fundam os pedidos".

da Redação

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