LOBO News, a parcialidade e a militância na tela da Globo

A indução ideológica contraria o artigo 2 do Código de Ética do Jornalista Brasileiro.

LOBO News. É impressionante o clima de parcialidade adotado por parte significativa dos mais importantes comentaristas de política dos veículos de comunicação do sistema Globo. Notadamente a roda de comentaristas da "coluna eleições" do canal assinado Globo News.

Já não escondem mais e nem tentam simular ou induzir. Praticam a militância direta, sem rodeios e sem disfarces em favor do PT.

No futuro, as escolas de jornalismo vão estudar esse fenômeno, que se iguala à escandalosa parcialidade chantagista dos tempos de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo (Vide: Chatô - O Rei do Brasil, MORAES, Fernando).

Profissionais que deveriam ser parcimoniosos na opinião, atacam de cabos eleitorais do PT.
É até compreensível que defendam o próprio emprego, se o "patrão" mandar. Mas o que estão cometendo é uma falta de ética profissional, e uma ofensa à democracia e aos seus currículos.

Exceção com elogios para a imparcialidade do Merval Pereira, Renata Lo Prete e do Heraldo Pereira, que se mantém com exemplar profissionalismo.

Se pensarmos bem, o ambiente de extremismos que estamos vivendo está sendo fomentado por atitudes desta gente que incentiva a discórdia, a insegurança, e a extrema tensão entre a população.

Demostram um descaso para com a opinião pública. Há um esgotamento da nação com um modelo que eles tentam de toda forma sustentar. Através de leituras enviesadas de pesquisas sem nenhuma utilidade, credibilidade ou confiabilidade, trazem desinformação para a sociedade, pois induzem a crença numa verdade que na realidade não se comprova nem se efetiva.

E com isso, semeiam medo, cizânias, divisões e desavenças.
A opção ideológica pessoal de cada um é legítima. A indução ideológica por parte de quem deveria (in)formar a opinião pública, é comportamento de péssimos profissionais (contraria o artigo 2. do Código de Ética do Jornalista Brasileiro).

A rejeição, a suspeita e a desconfiança atual da nação não é só com relação ao sistema político. Também está relacionada a esta tentativa de influenciar no comportamento do eleitorado.

Esse fenômeno que está levando as pessoas aos extremos é mundial. E atrás dele está a imprensa engajada, militante e comprometida com a falta de isenção. Quem não pensa como eles é posto à margem e rotulado, de inopino. Sem contraditório. Sumariamente.

Muitos políticos não percebem e não tem leitura das mudanças que estão acontecendo no Brasil. Esses profissionais, também não.

Chegará o dia em que também serão varridos!

Reacionários, fundamentalistas tiranos e abusivos de esquerda!

Luiz Carlos Nemetz

Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia

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