A piada do TSE sobre a fiscalização das eleições

O “convite” feito pela Ministra Rosa Weber, Presidente do TSE, para que prepostos dos candidatos presidenciais “finalistas” Jair Bolsonaro e Fernando Haddad “acompanhem” a apuração da eleição na “Sala-Cofre” do referido Tribunal, sem dúvida poderia ser inscrito para concorrer ao “Oscar-da-Piada”, se porventura essa modalidade de competição estivesse elencada como uma das concorrentes a “Melhor...”, no grande evento anual da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos.

Se Sua Excelência teve esse “nobre” gesto, tentando afastar qualquer dúvida ou suspeita sobre a lisura da apuração dos votos, é porque tem ABSOLUTA CERTEZA que essa “fiscalização” não passará de um mero acompanhamento presencial da apuração, uma fiscalização para “inglês ver”, mesmo que eventualmente com os dados manipulados e fraudados dentro dos computadores do TSE, impossíveis de serem detectados por quem não está “dentro” dos próprios computadores.

Daria no mesmo, portanto, que convidá-los a assistir a um filme de cinema, onde o único papel do espectador seria “assistir”, passivamente, o filme, sem qualquer possibilidade de interferir no seu roteiro.

Por outro lado, a insistência repetitiva de que a eleição presidencial será absolutamente “limpa”, por si só já levanta suspeitas de que é mentira, tanto quanto àquelas afirmações categóricas do camarada que tem necessidade de repetir a cada minuto que é “honesto”, e que de tanto repetir que é “honesto”, começa a levantar suspeitas de que na verdade “não é”.

Sinceramente, para mim o resultado de todo esse cenário teatral dá um efeito exatamente oposto. Cada vez mais aumenta a minha convicção que essa eleição será fraudada, com o anúncio da vitória de Haddad.

Se faltar alguns “pontinhos” em relação aos números apontados nas últimas pesquisas eleitorais, encomendadas e pagas por apoiadores do PT, as “máquinas” do TSE “tirarão de letra”, e darão um jeito de arranjar esses “plus” de votos. Esse seria o “milagre da informática”, registrando uma virada sensacional e de última hora na eleição presidencial de 2018.

E se a oposição política aos fraudadores “engolir” esse resultado da eleição sem qualquer reação à altura, capaz de por qualquer meio válido reverter essa fraude, será porque são muito medíocres e fizeram por merecer essa derrota.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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