Vitorioso, Bolsonaro é ignorado pelos presidentes do TSE e STF. E até por Haddad

Quem tem a intenção de defender a Constituição, a Democracia e a liberdade, neste país, como o nosso presidente eleito demonstra ter, não deveria receber tratamento menos “omisso” e mais cordial por parte dos nossos “supremos e seletivos ministros”? Curiosamente, no entanto, Bolsonaro não foi cumprimentado, por eles, depois de ganhar nas urnas.

Quem tem a intenção de defender a Constituição, a Democracia e a liberdade neste país não deveria receber tratamento menos “omisso” e mais cordial por parte dos nossos “supremos e seletivos ministros”?

Até dá para entender o candidato petista, que, no seu discurso, após perder a eleição, nem mencionou o presidente, corrigindo, depois, a sua deliberada “omissão” nas redes sociais. E tudo porque “a derrota ficou atravessada na garganta”.

E para o PT, essa derrota é amargamente intragável porque resulta em “perda do poder”. Esse mesmo poder conseguido e mantido, durante anos, por todos os meios. A qualquer custo. Valendo até o obsessivo “culto à mentira”, que, no “meio petista”, vem tendo perna cada vez mais curta.

Já a verdade dói. E como! Especialmente quando ela revela a “vitória do temido adversário”.

Fazer o que? “Cada um colhe o que planta”, diz sabiamente a nossa “filosofia popular”.

Isso equivale a dizer “Quem com ferro fere, com ferro será ferido”. Ou mesmo “Aqui se faz, aqui se paga”, como diriam os mais implacáveis.

É incontestável, então, que “Quem semeia vento colhe tempestade”. E Haddad colheu a dele, longe, porém, de se submeter, assim como alguns representantes do Judiciário, àquele outro ditado que dá “lição de resignação”: “Quem está na chuva é pra se molhar”.

Em resumo, “a justiça tarda, mas não falha”. Chova ou faça sol.

E foi o que “justamente” aconteceu com Haddad, indignado e perplexo com a inevitável e inesperada “guinada da vida”, que, aliás, no novo governo que conquistamos, vai “atingir, em cheio, quem menos espera ser atingido”.

Eis porque, para aqueles que vêm “extrapolando as medidas”, Bolsonaro não é “conveniente”.

Mas será que esses “pretensiosos”, com seus atos falhos e até deploráveis, “convêm” ao nosso novo presidente e ao que ele tem em mente para este Brasil? Será?

L. Oliver

Redatora e escritora, com diversos prêmios literários, e autora de projetos de conscientização para o aumento da qualidade das sociedades brasileira e global. Participa do grupo Empresários Associados Brasil, que identifica empresas e profissionais em busca da excelência em produtos e serviços no país e no Exterior. Criou e administra o grupo “Você tem poder para mudar o Brasil e o mundo”, de incentivo à população no combate à corrupção. https://www.facebook.com/groups/1639067269500775/?ref=aymt_homepage_panel

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