A burra tática da “petelândia” contra Bolsonaro

A porta-voz e presidenta da petelândia, Gleisi Hoffmann, comentou que o ‘presodentro’ Luiz Inácio Lula da Silva está indignado com a indicação do juiz Sérgio Fernando Moro para o futuro Superministério da Justiça do presidente eleito Jair Bolsonaro. O juiz da Lava Jato, que condenou e mandou prender Lula, apenas tomou “uma decisão difícil, mas ponderada”. Já Lula e sua petelândia preferem adotar a burra tática de seguir na guerra suja contra um homem que ainda nem assumiu o trono absolutista do Palácio do Planalto.

Não vale nem a pena comentar a canalhice moral e política de um ex-chanceler, como Celso Amorim, que tem pregado, na imprensa internacional, que “talvez estejamos de volta a um regime autoritário” com a eleição de Bolsonaro.

Amorim insiste na mentira de que Bolsonaro foi eleito graças a uma utilização ilegal do Whatsapp que seduziu eleitores que agem mais pelo emocional que pelo racional – conforme declarou em recente entrevista à rede de TV norte-americana CNN. Pior e mais grave que as inverdades de Amorim são as táticas de guerrilha eletrônica usadas pelo movimento de ativismo virtual do PT.

Vale reproduzir o discurso de “Gópi” do grupelho remunerado que a Petelândia chama de “Resistência”. As idiotices são reproduzidas nas redes sociais da internet para que os seguidores da seita petista viralizem:

“RESISTÊNCIA, vamos combinar um negócio? Vamos parar de criticar as ações do Bolsonaro. Estamos fazendo o serviço de "limpeza" para ele sair de boa. Está usando a mesma estratégia da campanha: lança a notícia, faz um discurso e lá vamos nós criticar. Aí ele faz o contradiscurso descaracterizando quem é oposição a ele. Explico: indicou um corrupto para um ministério? Temos que silenciar. É PRECISO QUE O FATO SE CONCRETIZE! Aí, podemos criticar (em 2019!!!)”.

“Criticar agora é fazer a limpeza da sujeira dele: se ele indicou, FOI PORQUE PROMETEU. Que ele CUMPRA A PROMESSA com o(s) indicado(s). Se criticamos, ele tem justificativa para não cumprir porque, junto com os eleitores arrependidos, criamos um movimento na internet que serve de parâmetro e justificativa para ele. QUEM TEM QUE CRITICAR EM 2018 AGORA É QUEM VOTOU NELE. Agora é a hora de deixar ele PERDER O APOIO de quem votou nele”.

“Nosso trabalho de resistência até dezembro de 2018 deve se CENTRAR nas VOTAÇÕES no Congresso. Está lançando cortina de fumaça com a indicação de ministros e fusão de ministérios para tentar passar o Escola Sem Partido, a Reforma da Previdência, Direitos das Minorias... Pensem na estratégia dele durante a campanha. Antecipem as ações dele. São organizadas e estratégicas. Precisamos ser também para que ele não governe por meio de mentiras/fakes e faça mais estragos”.

-------------------

Também circula uma mensagem do grupo Mulheres contra Bolsonaro, que tem três milhões e meio de “membras”, pedindo votos contra alguns projetos que elas identificam como “da Direita”. Confira o que vem sendo sabotado pelo grupo #SeremosResistência:

1) PDS 175/2017 - Convoca plebiscito sobre a revogação do Estatuto do Desarmamento.

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=130695

2) SUG 9/2018 - Voto impresso em 100% das urnas.

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=132598

3) SUG 24/2018 - Tornar crime o ensino de ideologia de gênero nas escolas brasileiras.

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=133917

4) SUG 2/2018 - Criminalizar o MST, MTST e outros movimentos ditos sociais que invadem propriedades.

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=132591

5) SUG 24/2017 - Criminalização da apologia ao comunismo.

https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaomateria?id=129761

------------------

Pode chorar, Petelândia... Jair Bolsonaro e Hamilton Mourão vão atuar com austeridade, zero corrupção, transparência, honestidade e exemplo de atuação correta para recolocar o Brasil no caminho do crescimento e do desenvolvimento.

(Texto de Jorge Serrão. Jornalista)

Publicado originalmente no blog Alerta Total

Siga-nos no Twitter!

Notícias relacionadas

Comentários

Mais em Política