Gleisi, a “Amante” ou a “Louca”?

Essa Senadora do Paraná, Sra. Gleisi Hoffmann, que também preside o Partido dos Trabalhadores-PT, mas que na verdade envergonha a todos os sulistas mais politizados, passou de todos os limites, imagináveis e inimagináveis, no sentido de agredir e atacar as autoridades que não lhe lambem os pés, ou os adversários políticos que dizem qualquer coisa que não lhe agrade. Parece que essa “cidadã” não sabe conviver com a divergência de ideias e o contraditório. Portanto a política não serve para ela. Muito menos a “democracia”.

Se a sociedade inteira se levantou contra o que se chama IMPUNIDADE contra ilicitudes, essa impunidade chega às raias do absurdo quando o infrator possuir um diploma de “Senador”, e por essa razão se acha no direito de disparar ofensas como se fossem metralhadoras contra quem quer que seja.

Nem o Comandante do Exército, General Villas Boas, escapou da sua língua afiada.
O Juiz Federal Sérgio Moro foi outra das suas “vítimas”, que receberam de sua parte “mil” ofensas. Com certeza ela acredita com fé inabalável que os alvos das suas ofensas não passam de uns “frouxos”, que deixam tudo por “isso mesmo”, se omitindo de reagir com as medidas cabíveis, na mesma proporção da ofensa. E na verdade ninguém enfrenta essa “fera”, à altura do que seria requerido e justo.

Não sei até que ponto a arrogância e a petulância dessa Senadora estariam ligadas ao seu narizinho arrebitado (que até é bonitinho), que talvez pudesse lhe propiciar uma visão de mundo distorcida, onde o seu próprio “ego” reinasse sem limites, não no mundo de uma democracia, porém no mundo da tirania. Uns chegam a garantir que a constituição física da pessoa poderia ter forte influência na sua personalidade. Mas um “nariz”, por si só, traria tamanha influência? Deixo essa resposta aos especialistas.

Concluindo, e tendo em vista que as atitudes agressivas da dita Senadora ultrapassam de todos os limites, e não são nada “normais”, pode-se concluir com certeza que o seu apelido de registro na Operação Lava Jato não deveria ter sido “Amante”, e sim “outro”.

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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