Cuba, sem fazer nada, faturou R$ 6 bilhões com o Mais Médicos e sai ao ver a fonte secar

Nesta quarta-feira (14), o Presidente eleito Jair Bolsonaro condicionou a continuidade de Cuba no Programa Mais Médicos à aplicação de teste de capacidade, salário integral aos profissionais cubanos (a maior parte é destinada à ditadura castrista) e à liberdade para trazerem suas famílias para o Brasil. Uma proposta justa. Mas, Cuba não aceitou. Está fora.

Imediatamente, os "especialistas" (adoro essa gente!) tomaram conta das mídias para vociferar contra Jair Messias Bolsonaro e dizer que "a Saúde Pública brasileira sofrerá grande impacto". Será?! Reitero: as condicionantes impostas pelo Presidente eleito são elementares e absolutamente legítimas.

Cumpre destacar que, dos cerca de 8.500 médicos cubanos contratados desde 2013 pelo Programa Mais Médicos, apenas 459 foram aprovados pelo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras, mais conhecido como "Revalida".

Também é importante salientar que, entre 2013 e 2017, o Governo Federal injetou quase R$ 6 bilhões na Ditadura cubana através do programa. O próprio Tribunal de Contas da União - TCU, em recente relatório, apontou que esses recursos dariam para formar 52.413 novos médicos; ou para construir 14.068 Unidades Básicas de Saúde; ou, ainda, construir uma UBS em cada município brasileiro e com o dinheiro restante formar cinco novos médicos para cada uma dessas unidades.

Enquanto isso, o Governo Cubano segue inadimplente com BNDES desde junho de 2018, em parcelas atrasadas que somam quase R$ 100 milhões. Ou seja, eles não pagam o empréstimo que pegaram com os cofres públicos dos brasileiros pagadores de impostos e nós ainda continuamos abastecendo a ditadura com mais recursos.

#ÉaLama!
Talvez a saída de Cuba do Programa Mais Médicos não seja tão ruim quanto pintam nossos doutos "especialistas". O que acham?!

Segue o enterro...

Helder Caldeira

Escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista
*Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras.

Siga-nos no Twitter!

Mais de Helder Caldeira

Comentários

Notícias relacionadas