A decadência das instituições de Arquitetura no Brasil carcomidas pelo viés ideológico

A engenharia e a arquitetura se esvaíram no ralo da lava jato junto às grandes empresas que participaram do esquema de corrupção do BNDES e da PETROBRAS, ao mesmo tempo em que todas as instituições de arquitetura no Brasil foram invadidas por ideologias comunistas em prol das minorias de classes e grupos de excluídos.

Promover a arquitetura e o urbanismo que é bom, nada.

A arquitetura é conduzida por debates sociais onde pessoas leigas interferem em questões técnicas sobre projetos comunitários.

Fizeram das nossas instituições palanques políticos partidários com o único objetivo de angariar fundos e criar altos salários para cargos comissionados no Conselho de Arquitetura e Urbanismo, assim como punir e perseguir profissionais que não são coniventes com seu viés ideológico, contrariando descaradamente nossos estatutos, passando uma imagem à sociedade de que os arquitetos fazem parte de uma classe exclusiva de esquerdopatas.
A maioria deles são professores provenientes das Universidades Federais e particulares, onde o ensino de arquitetura vem se mostrando cada vez mais enfraquecido, principalmente pela falta de produção arquitetônica e de estímulo governamental em um país entregue à corrupção; profissionais esses frustrados e atemorizados em perder seus privilégios e mordomias, assim como tantos outros arquitetos que não encontram reconhecimento no mercado de trabalho.

Infelizmente, esse me parece o único meio ao qual eles vislumbram para sobreviver, defendendo ideologias totalmente incoerentes com a profissão e se agarrando na insuficiência falida que lhe restaram, onde 70% das construções no Brasil são executadas ilegalmente sem alvará de licença nas prefeituras municipais.

Os poucos que estão produzindo em seus escritórios, ignoram completamente nossas instituições de classe, embora, houve um tempo, em um passado não muito distante, que foram geridas por arquitetos voluntários renomados, tornando reconhecida a nossa profissão. Hoje em dia, em muitas cidades brasileiras, as pessoas não contratam arquitetos por desconhecimento de suas funções, consideram um acessório de luxo, preferindo um engenheiro, um mestre de obras, um marceneiro, ou mesmo a autoconstrução.

Triste fim de uma profissão tão bonita em decadência.

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