Que moral tem a Globo para “demonizar” João de Deus?

Definitivamente ficou comprovado que os impostos pagos pela sociedade brasileira para sustentar toda aquela parafernália de organizações públicas espalhadas pelos Três Poderes, representam o mesmo que jogar fora o dinheiro do povo.

Parece que a atitude mais inteligente de todas seria fechar todas essas organizações públicas e deixar tudo por conta da Rede Globo, que concentraria em si todos os poderes de fazer as leis, julgar as demandas da sociedade, e administrar a coisa pública.

As “taras sexuais” do médium João de Deus, de Abadiânia-GO, expostas no Programa “Conversa com Bial”, da TV Globo, sexta feira (7), tiveram o mérito de comprovar que o Brasil conta com um Serviço Público absolutamente ineficaz e inoperante, apesar dos “bilhões” que são dispendidos para mantê-los.

Como admitir que esses abusos sexuais do médium João de Deus só tenham surgido publicamente através de uma emissora de TV, e não de algum órgão público, que por dever de ofício, teria obrigação de saber de todas essas práticas bem antes? E que seria absolutamente impossível de manter em segredo durante todos esses anos? João de Deus teria começado essas práticas abomináveis “ontem”?

Como toda essa “tara” do médium poderia ser mantida em “segredo-de-estado” durante tanto tempo, só vindo a público através da TV Globo, que conseguiu mobilizar a um só tempo todas aquelas estruturas públicas que foram pegas “de surpresa”? Será que todos esses órgãos públicos só são movidos mediante o “combustível” da TV Globo? Como admitir que uma emissora de TV seja o “cérebro”, o coração, as mãos e as pernas de uma Nação?

Mas o mais importante de tudo seria fazer uma “competição” entre João de Deus e a TV Globo, para se aferir qual desses dois seria o “campeão” de incentivar os maus costumes do povo brasileiro.

Certamente as “taras” de João de Deus perderiam longe para as novelas, “baixarias” e outras programações de baixíssimo nível da TV Globo, que inclusive estão em plena sintonia com as diretrizes do “Mecanismo”, da “Nova Ordem Mundial” e do próprio “Gramscismo”, cujo objetivo central se resume na destruição da cultura judaico-cristã, e no esfacelamento da estrutura familiar, incentivando todas as espécies de práticas depravadas.

Outra diferença fundamental entre esses dois “competidores” é que apesar da reprovação que se deva fazer dos atos libidinosos de João de Deus com seus “fiéis”, esse médium também já fez muito bem para os brasileiros e estrangeiros que o procuraram, comprovadamente, em questões de saúde, ao passo que a Rede Globo só fez mal durante toda a sua existência. Não podemos crucificar João de Deus sem antes crucificar quem primeiro o denunciou.

Na verdade eu pagaria qualquer preço que me exigissem para ver se esse “estardalhaço” que a Globo fez em cima do médium João de Deus também seria feito se o autor dos questionados ilícitos sexuais tivesse sido algum dos seus “queridinhos”, integrante de alguma comunidade LGTB, por exemplo, que normalmente pensam mais com os órgãos “genitais”, da frente e de trás, do que com o cérebro. Não, isso seria não só tolerado, como também aplaudido de pé, e provavelmente mostrado ao mundo inteiro como exemplo de “direitos humanos” a serem respeitados. Mas “infelizmente” João de Deus teve o azar de não ser um deles.

Quem vence esse “campeonato”?

Sérgio Alves de Oliveira

Advogado, sociólogo,  pósgraduado em Sociologia PUC/RS, ex-advogado da antiga CRT, ex-advogado da Auxiliadora Predial S/A ex-Presidente da Fundação CRT e da Associação Gaúcha de Entidades Fechadas de Previdência Privada, Presidente do Partido da República Farroupilha PRF (sem registro).

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