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Brasil, a Casa da Mãe Joana: Elite política porca e Justiça leniente com o crime

Zona! Puteiro! Casa da Mãe Joana! O Brasil não é um país. Sua elite política é majoritariamente porca. Seus governantes um bando de corruptos e despreparados, com raríssimas exceções. Somos o “cu” do mundo disfarçado de nação.

Os brasileiros são uns frouxos, uns bananas, uns otários! Eu inclusive. Trabalhamos para sustentar uma casta escrota que suga nosso trabalho, dinheiro e momentos de lazer. Clamamos por algo melhor, mas nunca fizemos por merecer.

Cidades estão quebradas para pagar vereadores e prefeituras. Estados estão quebrados para pagar deputados e governos. O País está quebrado para manter o funcionalismo federal e suas benesses asquerosas. Quebrados, quebrados, quebrados.

Acima de tudo e de todos o pior dos Poderes. O Judiciário. A mãe, pai, tio e avô de todos os nossos agouros. Agiotas da sociedade. Uma gente que trabalha para si e por si, e que posam superiores naquelas capas sujas de sangue e suor dos pobres.

Perseguem os decentes e amancebam-se com os criminosos. Prendem os cidadãos e soltam os bandidos. Aumentam os próprios salários e mandam a conta para os miseráveis. Dividem-se em instâncias, esferas e órgãos para caberem mais dos seus.

Temos um dos mais caros judiciários do mundo. Temos o pior deles. Uma Justiça ineficaz, lenta e leniente com o crime. Uma Justiça libertária e amiga do mal. Uma Justiça que esfola o couro do povo miserável e não devolve o que prometeu.

A Justiça do Trabalho, como um dos péssimos exemplos, custa 17 bilhões de reais por ano. E devolve apenas a metade em acordos e indenizações trabalhistas. O STF sozinho custou mais de meio bilhão de reais em 2017.

O Poder Judiciário nos tunga R$ 85 bilhões todos os anos.

E para o que mesmo? Para soltar traficantes, estupradores, ladrões e — claro, né, Ministro Marco Aurélio? — o corrupto-mor da nação: Luiz Inácio. Para reter passaporte e carteira de motorista de quem não é amigo de Brasília. E para encher de dinheiro os bolsos da tigrada do Direito.

Os Supremos Togados acusam-se uns aos outros. Dizem publicamente que vendem sentenças, que misturam negócios públicos e privados, que são pessoas péssimas, que defendem criminosos amigos e por aí vai. Mas um cidadão não pode dizer que sente vergonha deles.

Eu sinto! Ou melhor, não sinto vergonha, não. Eu sinto raiva; nojo; repulsa. Sinto uma tremenda vontade de vê-los definhar na lixeira da história.

Todos? Óbvio que não. Há entre eles quem ainda mereça distinção e honrarias. “Há juízes em Berlim”.

Feliz Natal, Ministro Marco Aurélio! Talvez em Lisboa, né? Na companhia de um bom bacalhau e inúmeras, incontáveis taças de vinhos brancos, tintos, verdes, rosés e todas as cores do arco-íris. Arco-íris que é a sua vida, felizmente para você. Em contraste com o preto e branco dos brasileiros.

(Texto de Ricardo Kertzman)

da Redação

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