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Lava Toga pode ter delação de Sérgio Cabral

2019 é prenúncio de um ano agitadíssimo e intenso na luta contra a corrupção.

A delação de Orlando Diniz, ex-presidente da Fecomércio (RJ), precursora da Lava Toga, teria feito menção a atuação de pelo menos três ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o que estaria provocando verdadeiro pânico no tribunal.

O esquema delatado aponta a utilização de escritórios de advocacia na prática da lavagem de dinheiro.

Nesse caso, inclui-se a banca de Cristiano Zanin, defensor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que abocanhou a bagatela de R$ 68 milhões.

Porém, uma outra delação poderá expandir enormemente o alcance da Lava Toga.

O advogado João Bernardo Kappen está assumindo a defesa do ex-governador Sérgio Cabral Filho com uma procuração com poderes para negociar a delação premiada.

Em sua delação, Cabral promete detalhar as ações realizadas na Copa do Mundo de 2014 e na compra de votos para que o Rio de Janeiro fosse sede dos Jogos Olímpicos de 2016.

Todavia, a promessa mais extravagante do ex-governador é a inclusão de membros do Judiciário e do Ministério Público, o que incluiria juízes do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e ministros do STJ, além de ex-chefes do Ministério Público do estado.

da Redação

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