A verdadeira "demoniocracia" dos partidos de esquerda se apresenta na posse de Bolsonaro

Brincadeira. A esquerda só se preocupa com o seu projeto de poder, qual seja, implantar a sua "demoniocracia socialista". Foda-se o país.

Estão torcendo para o fracasso do novo presidente eleito. Pior, não torcem apenas, pretende dificultar ao máximo a recuperação econômica do Brasil, o que traria mais emprego, qualidade de vida, hospitais melhores, escolas públicas de qualidade, estradas mais modernas, menor inflação, entre outros benefícios.

Para a mente tacanha destes ditadores, o sucesso de Bolsonaro, consequentemente, do Brasil e do povo brasileiro, significaria uma prova cabal e irrefutável do fracasso do "novo modelo comunista" (bolivariano) na América Latina.

Em nota, o PT afirma:

"Não compactuamos com discursos e ações que estimulam o ódio, a intolerância e a discriminação. E não aceitamos que tais práticas sejam naturalizadas como instrumento da disputa política. Por tudo isso, as bancadas do PT não estarão presentes à cerimônia de posse do novo presidente no Congresso Nacional".

Chega a ser cômico, já que coerência seria pedir demais aos integrantes desta facção criminosa:

"Não compactuamos com discursos e ações que estimulam o ódio, a intolerância e a discriminação"?

O que esta atitude representa a não ser tudo isso?

Obs.: outros partidos que se auto-classificam como de centro-esquerda, mas que na realidade são o mesmo do mesmo, acompanham a atitude "demoniocrática" petista.

Bolsonaro terá uma dura batalha pela frente e precisará de todo o nosso apoio, real e também virtual.

Aleluia, este será um verdadeiro Ano Novo.

Roberto Corrêa Ribeiro de Oliveira

Médico anestesiologista, socorrista e professor universitário

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