Bancários decidem deflagrar greve nacional

Os bancários de todo país entram em greve a partir desta terça-feira (6), por tempo indeterminado. 
A paralisação foi decidida depois de 45 dias de negociações entre representantes dos trabalhadores e a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos). 
A Fenaban apresentou uma proposta de 5,5% de reajuste salarial e abono de R$ 2,5 mil, prontamente rejeitada pela categoria. A alegação é que só os cinco maiores bancos que operam no Brasil (Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil e Caixa) lucraram R$ 36,3 bilhões, crescimento de 27,3% em relação ao mesmo período do ano passado.
O Comando Nacional dos Bancários apresentou as principais reivindicações da categoria:
- Reajuste salarial de 16% (reposição da inflação mais 5,7% de aumento real);
- Participação nos Lucros e Resultados de três salários mais R$7.246,82;
- Piso salarial de R$3.299,66;
- Vales alimentação, refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá: R$788,00 ao mês para cada (salário mínimo nacional).
- Melhores condições de trabalho e fim do assédio moral;
- Fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações;
- Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários;
- Auxílio-educação para graduações e pós;
- Prevenção contra assaltos e sequestros: permanência de dois vigilantes por andar nas agências e pontos de serviços bancários. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários.
- Fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência (PCD’s).



                       https://www.facebook.com/jornaldacidadeonline
Se você é a favor de uma imprensa totalmente livre e imparcial, colabore curtindo a nossa página no Facebook e visitando com frequência o site do Jornal da Cidade Online. 

da Redação

Notícias relacionadas

Comentários

Mais em Economia