Vítima de Battisti quer vir ao Brasil para agradecer pessoalmente o presidente Bolsonaro

Alberto Torregiani em 1979 tinha apenas 15 anos quando viu o pai, o joalheiro Pierluigi Torregiani ser assassinado a mando do terrorista Cesare Battisti.

No episódio, levou um tiro e ficou paraplégico.

Desde então, vive a angústia de ver Battisti solto, sem pagar pelos seus crimes.

Tornou-se o principal representante das vítimas e familiares das vítimas da organização extremista de esquerda Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), da qual Battisti participava.

Hoje, diante do desfecho do caso, disse em entrevista à Revista Época:

“Admito que não foi nada fácil ‘engolir’ o fato de ver Battisti livre. Foram anos difíceis com altos e baixos. Vivi momentos de euforia quando se falava em uma provável extradição. E depois… frustração. Mas com certeza, esta segunda-feira, dia 14 de janeiro, passa a ser uma data importante na minha vida. E admito; cheguei a pensar que todo o processo levaria dias ou até meses. E aí, em menos de 48 horas tudo foi resolvido. Ainda estou metabolizando.”

Feliz, Torregiani afirma que, se for convidado, quer vir ao Brasil para agradecer pessoalmente o presidente Jair Bolsonaro.

“Agora seria uma excelente oportunidade para visitar o país. E se o presidente Jair Bolsonaro me convidasse, eu iria com grande prazer para agradecê-lo pessoalmente e também ao povo brasileiro.”

Certamente, será convidado.

da Redação

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