O Brasil sofre com o Governo no CTI caminhando para o estado terminal

A decisão unânime dos ministros do Tribunal de Contas da União (TCU) recomendando  que as contas do governo referentes ao ano de 2014 sejam reprovadas pelo Congresso Nacional, dão nova forma para o eventual impeachment da presidente Dilma Roussef. 
É a primeira vez desde 1937 que a prestação de contas do governo federal é rejeitada pela corte.
A decisão da corte de contas vai inevitavelmente funcionar como um gatilho, fundamentando o início do processo de impeachment.
Caberá agora ao Congresso Nacional a tarefa de reprová-las - ou não. A reprovação impulsiona o impeachment da presidente.
De outro lado, no TSE o processo de cassação da chapa Dilma/Temer voltou a tramitar. O detalhe é que o provável impeachment  não cessará o andamento deste processo na Justiça eleitoral.
O impeachment, que pode ter um trâmite mais rápido, dependendo fundamentalmente da vontade política do Congreso, derruba Dilma. A cassação, mais lenta em razão dos prazos legais do processo, derruba a chapa que foi eleita, ou seja, a presidente Dilma e o seu vice Michel Temer.
O Brasil poderá assistir o impeachment de Dilma pelo Congresso Nacional e depois, na sequência, a cassação de Temer pela Justiça.


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da Redação

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