Gleisi, a mulher que vive num mundo paralelo

No mundo de Gleisi a Venezuela é uma democracia e o tirano Nicolas Maduro foi eleito democraticamente.

Vejam que o pleito venezuelano foi contestado até mesmo pela Organização dos Estados Americanos (OEA). O ditador mandou prender dois de seus adversários, para que não concorressem.

A insana deputada, na imensa bolha que criou, prefere criticar o processo eleitoral brasileiro, que teria sido fraudado em função da ausência de Lula, este sim, condenado e preso.

No mundinho da presidente do PT, Lula é um homem honesto, um preso político. Palocci é apenas um mentiroso. Léo Pinheiro fez um acordo espúrio para entregar Lula. Marcelo Odebrecht também mentiu. Moro está a serviço dos Estados Unidos e Lula não é um corrupto, nem tampouco um lavador de dinheiro. É um santo.

Nesse mundo cão de Gleisi, totalmente distorcido e desprovido de bons valores, outro sujeito de conduta escorreita, na visão tenebrosa da petista, é o terrorista italiano Cesare Battisti, que ela vê como uma vítima de governos autoritários, mesmo que até a própria esquerda italiana tenha defendido a sua extradição.

E assim vive esta senhora, que se utiliza desse mundo idealizado na sua cabeça, para agredir pessoas de bem, afrontar a Justiça e denegrir o novo governo, instalado a apenas 20 dias e envolvido na balbúrdia encontrada em função de 16 anos de desmandos e roubalheira generalizada do PT e MDB.

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