Em mais uma viagem pela Europa, Haddad critica Flávio, mas não explica como sobrevive sem trabalhar

Impressionante a maledicência do poste de presidiário.

Ao mesmo tempo em que vocifera pelo mundo afora que "Lula foi condenado sem provas”, faz ilações graves contra o senador eleito Flávio Bolsonaro, claramente despejando o seu ódio contra o Presidente da República e dando sequência a velha estratégia da esquerda: “Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é”.

Nesta terça-feira (22), em Lisboa, Haddad ironizou uma suposta falta de explicações de Flávio Bolsonaro quanto às movimentações atípicas de dinheiro em sua conta.

“Se o filho [Flávio Bolsonaro] conseguir explicar essa evolução patrimonial ele deveria substituir o Paulo Guedes, porque ele seria um gênio.”

E Haddad arremata:

“Como é que alguém consegue tudo isso com salário de deputado?”.

As explicações foram dadas. Convincentes, por sinal, e com documentos.

Ora, tudo está declarado no Imposto de Renda. O patrimônio “inexplicável” a que Haddad se refere são dois imóveis, com financiamento da Caixa Econômica Federal. E mais, Flávio, além do salário de parlamentar, tem renda proveniente da atividade empresarial.

Difícil na realidade é Haddad explicar como sobrevive sem trabalhar, sem salário e em viagens constantes pelo exterior.

Parece evidente que o dinheiro da propina amealhado pelo PT ao longo de 14 anos garante a sustentação do poste e cuida do pagamento dos advogados que o defendem em seus 32 processos.

Aliás, sobre Haddad, interessante verificar como o descreveu a revista IstoÉ:

Fernando Haddad não foi escolhido pelo presidiário Lula para substituí-lo na corrida presidencial por acaso.
Ele carrega o mesmo DNA dos malfeitos de seu padrinho político encarcerado na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, desde abril.
O candidato do PT à Presidência responde a 32 processos na Justiça, que o colocam como um dos campeões da ficha de ilícitos cometidos na vida pública.
Na extensa folha corrida, Haddad, já réu em dois processos, é acusado de receber dinheiro de caixa dois de empreiteira condenada na Operação Lava Jato, denunciado por crimes de Improbidade administrativa, suspeito de superfaturamento de obras e serviços, acusado pelo desvio de recursos e até da aplicação ilegal de dinheiro público.
da Redação

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