Jean Wyllys, que a vida acadêmica aprimore a sua cultura e melhore o seu caráter (Veja o Vídeo)

O deputado disse hoje que vai deixar o Brasil "definitivamente e abandonar seu mandato parlamentar".

Afirmou que sua decisão foi tomada em razão do "aumento da violência no Brasil, após a eleição e a posse de Jair Bolsonaro". Nada disso! Ele pode ir para onde quiser, quando quiser e como quiser. Vive num país que é livre! Mas que não me tire para bobo.

A violência no país cresceu foi nos governos Lula e Dilma, apoiados pelo nobre deputado e pelo seu partido PSOL, que tem como ideologia tolerar e glamorizar a marginalidade, flexibilizar o combate ao crime organizado, ao tráfico de drogas e de armas, e conviver com a prática da corrupção, de combate e desprezo a valores éticos, cívicos e morais.

Criadas as condições ideais, o Rio de Janeiro se transformou no caos que se espalhou Brasil afora. E isso não ocorreu por acaso. Houve uma associação pessoal e íntima de interesses entre os gestores do Estado do Rio e o Governo do Brasil.

Um conjunto de transações feitas em associação delitiva que envolvia muito dinheiro, controle dos mecanismos, instituições, negócios e cargos públicos.

Tudo com um bem planejado projeto ideológico de poder, sustentando líderes que tinham por esquema perpetuarem o arbítrio.

A violência, portanto, nasceu e se criou na ideologia defendida pelo nobre deputado. Que aliás, também a praticou, tanto na forma da intolerância verbal, como física (não foi ele quem cuspiu no rosto do então Deputado Jair Bolsonaro?).

A todo o tempo, como líder de minorias que precisam ser respeitadas, esse líder quer impor, não que as maiorias respeitem as suas escolhas; mas que adotem na marra os seus comportamentos e a suas opções de vida.

Assim não, né? Sem esquecermos que foi um "companheiro" de partido - PSOL - do deputado quem desferiu uma facada no candidato à Presidente, no curso da campanha.

Violência gera violência. É de lamentar muito que esse jovem, por mais equivocado, rebelde e radical que seja, tenha que sair do país. Mas, "quem semeia ventos, colhe tempestades!".

Tenho a certeza que ao se dedicar à vida acadêmica, como disse, poderá aprimorar sua cultura e temperar o seu caráter.

Em pouco tempo poderá voltar ao Brasil em segurança, pois ao contrário do caos que ajudou a criar, vai voltar a um país que vai se reencontrar rapidamente com a ordem e o progresso.

Como diria Roberta Miranda: - Vá com Deus!

Veja o vídeo:

Luiz Carlos Nemetz

Advogado.Vice-presidente e Chefe da Unidade de Representação em Santa Catarina na empresa Câmara Brasil-Rússia de Comércio, Indústria e Turismo e Sócio na empresa Nemetz & Kuhnen Advocacia.
@LCNemetz

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