Joyce Hasselmann, que já recebeu ameaças mais graves, é mais corajosa que Jean

O histriônico deputado Jean alegou que sairá do país por "ameaças de morte" (sic).

É evidente que ameaças deste tipo podem ocorrer a qualquer figura pública, isso não me surpreende. O que surpreende é a reação emocionalmente pornográfica, histérica, desproporcional e midiática desta desdita criatura, tão malquista por pessoas de todos os gostos sexuais, inclusive por muitíssimos esquerdistas.

Mais de uma vez Joyce Hasselmann (agora eleita deputada) recebeu animais mortos, emails e telefonemas ameaçando não somente a vida dela própria, mas também a vida das filhas. Durante a campanha, andou de colete à prova de balas e com escolta policial. Jamais vimos esta mulher tocar neste assunto mais do que algumas poucas vezes, e em contextos que faziam desse anúncio algo indispensável para uma publicidade que era um verdadeiro seguro de vida.

O próprio Bolsonaro: levou uma facada e agora é alvo para o resto da vida de toda a escória revolucionária: de Zés Manés tal qual Adélio até perigosos grupos terroristas como PCC, Comando Vermelho e Hezbollah (do qual é membro o ex vice-presidente venezuelano).

Este esquerdismo tresloucado, com teatrinho mental de autossacrifício abnegado, parece mesmo que se aproxima de uma doença mental: substitui de modo pleno todo o funcionamento das atitudes, reações e comportamentos de um indivíduo. A consciência (pobrezinha!), ainda tenta fazer-se ouvir, mas o parvo parece que decidiu ir em frente na fantasia de ir embora deste "monstro" que lhe dirigiu uma palavras duras e algumas piadas (e levou uma cusparada do "perseguido").

A propósito, onde estão essas ameaças de morte? Ou será que qualquer xingamento ou vaia em via pública este sem-noção acha que é ameaça? Perguntar não ofende.

Jean Wyllys: triste figura, caricatura de si mesmo.

(Texto de Amanda Kelly).

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