A esquerda desonesta e a tentativa de lucrar politicamente com a tragédia

Quando a barragem de Brumadinho foi construída, em 1976, Jair Bolsonaro era ainda um jovem aluno da AMAN, com 21 anos de idade. Sequer havia se formado, o que veio a acontecer em 1977.

Desde a inauguração todos os governos, sobretudo os dois de Lula e 1 e meio de Dilma sempre concederam os certificados de conformidade para os seus exploradores. Nenhum deles fez qualquer restrição à operação da barragem.

Mas para essa esquerda imunda, a culpa do rompimento da barragem é da "política do Bolsonaro", com parcos 25 dias de existência.

Para a esquerda há que se culpar o Bolsonaro por tudo ou qualquer coisa. Se for uma tragédia, melhor ainda. Interessante é que quando houve o rompimento da barragem de Mariana, em 5 de novembro de 2015, a presidente era a Dilma Roussef, e em seu segundo mandato. A quem a esquerda tratou de culpar? Claro que não foi à anta que fala. Foi a Vale.

E de fato não haveria porque culpar a "coisa acéfala", já que vistoriar barragens não é uma atribuição de Presidente nenhum. Só a esquerda e os maus elementos do calibre de Reynaldo Azevedo é que não sabem disso. Ou se sabem, aproveitam o momento para destilar toda a sua canalhice.

Falar em escrúpulos com essa gente é falar uma língua que eles não conhecem.

Nem Mariana e nem Brumadinho. O Brasil sofreu e ainda sofre enormemente os efeitos da sua maior tragédia, que foi dar voz à esquerda.

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