Zanin, o fanfarrão, e o aludido erro na sentença de Gabriela Hardt

O advogado Cristiano Zanin está extasiado. Manuseando a sentença da juíza Gabriela Hardt ele conseguiu detectar um suposto erro.

Pronto! Armou uma balbúrdia e está se agarrando a este fato como um naufrago a um destroço de seu navio.

Numa determinada passagem da sentença, a magistrada faz referência aos depoimentos prestados por Léo Pinheiro e José Aldemário. Na realidade, trata-se da mesma pessoa, o ex-presidente da Construtora OAS.

Léo prestou mais de um depoimento. O erro não afronta o cerne da questão. É compreensível, notadamente em se tratando de um processo tão extenso e com um número exagerado de réus, testemunhas e delatores.

A fundamentação jurídica é irretocável e as provas são robustas, não obstante o advogado abobalhado vociferar incessantemente que Lula foi condenado sem provas.

No mais, Zanin repete a velha retórica do processo do tríplex e fatalmente irá naufragar, abraçado ao criminoso.

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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