A fraude do Filho do Brasil (Veja o Vídeo)

Todos sabemos de um livro, escrito por Denise Paraná, depois vertido em filme, chamado: Lula, o Filho do Brasil. Sublinho ‘o’ para lembrar que, no caso, esta partícula opera como pronome pessoal determinativo de Lula. Ele é o filho do Brasil (e não um filho do Brasil) - isto é, ele é o único filho do Brasil, ou, usando um termo bíblico, o filho unigênito do Brasil.

Algo que lembra Jesus, Filho unigênito de Deus, conforme João 3:16: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.”

É isto que os puxa-saco fizeram Lula crer: que ele era o filho unigênito do Brasil; daí o título cretino do livro de Denise Paraná (e do filme que veio depois): Lula, o Filho do Brasil. E Lula, na sua imensa ignorância, acoplada a um ego patologicamente gigantesco, ACREDITOU!

Esta simples análise gramatical serve para aquilatar a enorme empáfia, a abissal arrogância, a descomunal cara de pau deste analfabeto funcional, Lula. Se ele era o filho unigênito do Brasil, a ideia que ele tinha dos demais brasileiros só veio a lume com os escândalos do Mensalão e do Petrolão.

Stalin fora cantado pelos seus puxa-sacos como o “Pai da Pátria”. Benito Mussolini era o ‘Duce’, isto é o líder, o condutor. Hitler, seguindo a moda ditatorial, era o Fuhrer, o guia, o caminho, o líder. Já Lula superaria a todos os ditadores que o antecederam: seria o filho unigênito do País. Veio ao mundo para que todos o que nele acreditassem, prosperassem (principalmente as empreiteiras e os Bancos, claro). Esta é a essência da seita do Lulopetismo, em boa hora desmantelada pela Justiça e pelo povo em 2018.

Claro, Lula não chegou a este despautério sozinho: como acontecera com todos os ditadores que o antecederam, fora incensado por muitos puxa-sacos, aproveitadores das benesses públicas e pela imprensa, dita tradicional, empenhada na criação de mitos para manter a população anestesiada ou, como se diz hoje em dia, dopada com a droga da desinformação que lhe é administrada diariamente. Tudo isto facilitado pela falta de padrões éticos de parte da população, formação intelectual indigente de outra parte, cultura inculcada por novelas da Globo e ausência completa de espirito crítico.

Sim, Lula foi uma droga administrada no povo para criar o mito do Filho do Brasil, unigênito, não apenas salvador, mas até, quem sabe, o inventor do Brasil.

Como acontece com todos os mitos, o do filho do Brasil é falso, a realidade por trás dele é bem diferente do que inventaram, não raro antagônica à imagem que se queria incutir no populacho.

Lula é – e sempre foi para quem é vacinado pelo estudo e pela prática do pensamento crítico – um analfabeto funcional, um canalha, um ladrão, um ser pornográfico, indecente, destituído do menor resquício de honradez exigível de um ser humano; quanto mais de um Presidente da República.

A Lava-Jato destruiu o mito do Filho do Brasil - construído pelo Lulopetismo e a imprensa tradicional - e escancarou sua real natureza de ser abjeto, repugnante e o político mais corrupto de todas as democracias ocidentais, em todos os tempos. As duas sentenças da Lava-Jato que (por enquanto) lhe conferem 25 anos de encarceramento estão aí para demonstrar o que afirmo.

Claro, a banda podre do PT já se eriça para vender a falsidade da “perseguição” continuada a Lula. Na primeira sentença a perseguição era atribuída a um Juiz de Primeira Instância, três Desembargadores do TRF-4, Cinco Ministros do STJ e seis Ministros do STF: 15 magistrados independentes em diferentes partes do País, todos a “perseguir” Lula.

Os quatro primeiros ao prolatarem e revisarem sentença. Os demais 11 magistrados, ao negarem habeas corpus.

E agora soma-se mais uma perseguidora: a Juíza Gabriela Hardt. Vá ser perseguido assim na Cochinchina!

Claro que este discurso da vitimização do Grande Canalha tem endereço certo: a indigente (intelectualmente falando) militância petista. Mas até esta dá sinais claros de que diminui dia após dia. Os demais partidos de esquerda, antes tão ligados à campanha difamatória da Justiça conduzida pelo PT, estão mudos. Mudos de exaustão ou porque, finalmente, se deram conta do barco furado do Lulopetismo. A doidivanas Gleisi Hoffmann, vulgo a Amante, já não fala pelas esquerdas em geral. As últimas eleições tiveram um grande papel pedagógico.

Finalmente, parte das esquerdas aprendeu a lição dada por Abraham Lincoln:

“Pode-se enganar todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar todos durante todo o tempo.” A parte que se pode enganar por todo o tempo parece cada vez mais restrita à pior, mais central e mais cega militância do PT.

A realidade escancarada, dia após dia, mês após mês, ano após anos fez sua parte.

O mito do Filho do Brasil hoje jaz na Lata de Lixo da História. Cedeu seu lugar à figura real, altamente deletéria para o País, demonstrada pela Lava-Jato: Lula, o filho das empreiteiras.

P. S.: Tem boa correlação com o que acima escrevi o brilhante Resumão Antagonista, feito por este também brilhante jornalista, Felipe Moura Brasil, publicado nesta quarta-feira (13), que faço questão de aqui incluir:

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC. Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.

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