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A precisa ponderação de Alexandre Garcia sobre a tese do “lobo solitário” (Veja o Vídeo)

Nesta terça-feira (26) Jair Bolsonaro, ora exercendo o cargo de Presidente da República Federativa do Brasil, recebeu, na condição de vítima de um covarde atentado, em seu gabinete no Palácio do Planalto, o Ministro da Justiça Sérgio Moro acompanhado do diretor geral da Polícia Federal, Maurício Valeixo, do Superintendente em Minas Gerais, Cairo Costa Duarte, e do delegado que preside o inquérito, Rodrigo Morais.

A informação prestada à vítima é de que não há, até o momento, evidência da participação de outras pessoas no ataque, além de Adélio.

As investigações podem durar até abril. Entretanto, não tem como se satisfazer com tais assertivas enquanto alguns fatos não forem devidamente esclarecidos.

Em primeiro lugar, é importante observar alguns detalhes sobre a vida do criminoso.

Adélio foi filiado, entre 2007 e 2014, ao PSOL e era um ferrenho defensor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso e condenado na Operação Lava Jato. Era um ativo militante político, com participação em movimentos populares e acesso a parlamentares de esquerda em Brasília.

Ademais, tão logo cometeu o crime, foi atendido por uma batalhão de advogados, que, para tanto, fizeram uso até mesmo de um ‘jatinho’.

Diante desses fatos, o jornalista Alexandre Garcia, sempre brilhante, faz algumas colocações importantes e que evidentemente contrariam a esdrúxula tese do ‘lobo solitário’.

Um “lobo solitário” não teria todo esse desprendimento.

A PF precisa identificar quem paga os advogados de Adélio. Esse é o caminho, questão de segurança nacional.

Às favas a OAB...

Veja o vídeo:

Otto Dantas

Articulista e Repórter
otto@jornaldacidadeonline.com.br

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