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As consequências nefastas da influência da esquerda na arte e nos “artistas”

"Curtura"?

Acostumados que estamos - especialmente desde 2002 - à mediocridade chapante das manifestações culturais no país então governado por um presidente semianalfabeto confesso, não é difícil perceber as consequências nefastas da influência da esquerda na arte.

E nos artistas.

Não fosse você um amigo do rei, e por obrigação compartilhando sua ideologia, estava automaticamente condenado à marginalidade.

O critério adotado foi visível, especialmente em 2018, ano em que a esquerda pirou: grana despejada pela Rouanet para tradução de folhetim de Chico Buarque em coreano, shows da berrante Ivete Sangalo, Claudia Leite, Luan Santana...tudo muito bacaninha, muito cultural.

Isso pra não citar a Queer Museum, mostra com qualidade abaixo de qualquer crítica, uma verdadeira obra de terrorismo comunista.

Ou os macaquinhos, obra prima da exploração do cu alheio.

Ou...exemplos da ‘contribuição artística’ da esquerda não faltam, e chegam até a professora defecando na foto de Bolsonaro na Paulista.

Injusto seria, naturalmente, dizer que toda a arte produzida pela esquerda é lixo.

Porque não é.

Mas, ao contrário do que querem os comunistas, não é de forma alguma a única.

Desapareceram os Volpi, os Portinari, as Anitas Malfatti?

Não, mas viraram os marginais da arte.

Hoje, o Brasil é ‘reconhecido’ pelo que pinta ou pintou Romero Britto ou pelo que escreve ou escreveu Paulo Coelho.

E pela berraria estridente das Ivetes e das Claudias.

Ou pela insanidade tosca de Wagner Moura, que quer por força transformar um terrorista branco em herói negro.

Estamos mal.

Marco Angeli Full

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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