Brilhantismo da Lava Jato pega Gilmar no flagrante. E agora?

O ministro Gilmar Mendes, de acordo com extratos de ligações e mensagens obtidas pela Operação Lava Jato manteve contatos frequentes com o advogado do operador Paulo Preto, no período em que concedeu Habeas Corpus para o meliante tucano.

Além dos contatos com o advogado José Roberto Santoro, o ministro também esteve intensamente conectado com o ex-senador Aloysio Nunes e o ex-ministro Raul Jungmann.

A aproximação intensa entre essas figuras é atípica. Ocorreu num momento em que o operador encontrava-se preso.

O flagrante em Gilmar parece configurado. Nesse sentido a Lava Jato encaminhou à Procuradora Geral da República pedido de suspeição do poderoso magistrado.

Paralelamente, no sentido inverso de Gilmar, Paulo Preto foi condenado nesta quarta-feira (6) a 145 anos e oito meses de prisão, sob a acusação de formação de quadrilha, peculato (desvio de dinheiro público) e inserção de dados falsos em sistema público de informação.

A situação de Paulo Preto sugere que brevemente poderemos ter uma bombástica delação premiada.

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