JOGO SUJO: Esquerda e mídia se esforçam para ligar Bolsonaro ao assassinato de Marielle

Adelio Bispo, o esfaqueador que tentou matar Bolsonaro é um militante de esquerda que foi filiado ao Psol. Em 2013, enquanto ainda estava filiado ao partido visitou a câmara dos deputados. Era figura conhecida em passeatas e protestos de esquerda. Assumiu em depoimento que tentou matar Bolsonaro (o único candidato com chances reais de tirar a esquerda do poder) em razão da influência da narrativa que a imprensa e a esquerda fazem sobre presidente. Apesar de pobre, Adelio possui notebook, celulares e pagou a vista todas as suas despesas. Depois de preso, foi defendido por um dos grupos de advocacia mais caros do País.

Conclusão da esquerda e da mídia: Adelio é louco e agiu sozinho.

Ronnie Lessa (supeito de matar uma vereadora que não tinha influência nenhuma no destino do país e era completamente desconhecida de 99% da esquerda nacional) mora no mesmo condomínio em que Bolsonaro possui uma casa (onde aliás moram milhares de outras pessoas).

Conclusão da esquerda e da mídia: Não há dúvidas de que Bolsonaro está envolvido na morte de Marielle.

O caso Marielle caminha para um desfecho em tempo recorde para os padrões brasileiros. Passou na frente de centenas de casos que ficaram sem solução simplesmente porque não tiveram a mesma atenção da mídia.

Isso não vai impedir a esquerda de capitalizar em cima do corpo da vereadora assassinada e, se for interessante, em cima do cadáver de seu motorista (que sequer tinha sua carteira de trabalho assinada).

A ordem é ligar o assassinato de Marielle ao governo Bolsonaro e seus aliados, direta ou indiretamente, a lógica fica pra depois.

Curiosamente, o assassinato do petista Celso Daniel, ex- prefeito de Santo André (morto em 2002 depois de supostamente ameaçar revelar os segredos de políticos do PT) segue sem solução 17 anos depois. Apesar de ao menos 7 testemunhas do caso terem sido assassinadas ou morrido em circunstâncias suspeitas.

Celso Daniel foi esquecido, não virou mártir político. Solucionar sua morte não é prioridade, não ajuda a causa esquerdista. Aliás pode até prejudicá-la.

(Texto de Frederico Rodrigues)

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