Está aberta a discussão sobre a criminalização do uso de facas

A sequência de ataques do tipo tem assustado a população

Ao menos três pessoas por dia foram feridas a facadas nos quatro primeiros meses deste ano, na cidade do Rio de Janeiro. 

A sequência de ataques do tipo assusta e tem levado à discussão sobre a criminalização do uso de facas.

Um caso que ganhou muita repercussão em todo o país, foi o assassinato do médico cardiologista Jaime Gold, 57, esfaqueado na terça-feira (19), quando andava de bicicleta na Lagoa Rodrigo de Freitas, zona sul da cidade. O médico não resistiu aos ferimentos e morreu após chegar ao Hospital Miguel Couto, na Gávea.

Na sexta-feira (22) mais uma vítima. A chilena Isidora Ribas Carmona, 32, levou uma facada no pescoço quando tomava sol na Praça Paris, um parque na região central da cidade, após questionar o assaltante que tentava levar o seu telefone celular.

Após o ataque à turista chilena, o homem deixou a praça caminhando sem pressa em direção ao bairro da Lapa, área da boêmia na capital. Segundo testemunhas, o agressor aparentava ser maior de idade.

Em pouco mais de um mês não faltam relatos de ataques com o uso de facas em pontos turísticos ou áreas de lazer do Rio. No domingo (17), uma turista vietnamita foi esfaqueada em frente ao Paço Imperial, na região Central do Rio.

Na quinta (21), policiais da Divisão de Homicídios apreenderam o menor H., 16, como um dos responsáveis por atacar o médico. Ele tem 15 passagens pela polícia, sendo 12 por roubo e furto. A maior parte delas usando facas. 

da Redação

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