Gleisi confunde a posse da autoridade máxima do país com a louvação a um criminoso

Totalmente enlouquecida. É este o atual estágio da presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

Alucinada, ela comete o despautério de confundir a autoridade máxima do país, ou seja o Presidente da República Federativa do Brasil, com um condenado no efetivo cumprimento de sua pena.

Não importa que o tal sujeito tenha sido no passado justamente o ocupante da cadeira de Presidente da República. Presentemente, por se portar desonestamente no exercício do cargo, trata-se de um mero criminoso, um presidiário.

Assim, é inconcebível que uma dúzia de magistrados, afrontando a decência, compareçam a atos públicos para reverenciar esse fora da lei.

É inadmissível. Depõe contra a seriedade que se deve exigir da magistratura. É a mesma coisa que amanhã algum juiz se solidarizar com um traficante como Fernandinho Beira-Mar.

A sociedade espera que o Conselho Nacional de Justiça seja implacável com esses magistrados que manifestaram apoio ao ‘crime’.

Voltando a Gleisi, a insana, ela compara a atitude desses juízes ao fato do juiz Marcelo Bretas ter ido a posse de Jair Bolsonaro acompanhando o governador Wilson Witzel, a bordo de um avião da FAB.

É a inversão total de valores.

Eis o post:

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

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