A Mortadela italiana... Battisti confessa, mas o PT não acredita

Usuários avançados de mortadela contaminada, petistas são os mestres da contradição e da cara de pau alienada.

Em seus delírios, transformam a seu bel prazer a realidade mais óbvia e simples no roteiro de suas conveniências.

Nada mais coerente para uma corja que idolatra um criminoso enjaulado.

Ou que começa a gritar 'solta temer’ logo após ter esbravejado 'fora temer golpista’.

Normal. Estudos do mundo todo mostram claramente que o uso constante de mortadela estragada acaba fritando o cérebro.

Isso, naturalmente, quando existe cérebro.

No caso do assassino Cesare Battisti, agora réu confesso, a coisa extrapola e vira piada.

Antes abrigado e protegido por Lula e seus comparsas, o italiano matador, com sua confissão, faz a corja rodopiar batendo as cabeças de um lado para outro, sem saber o que dizer ou como justificar terem mantido o comparsa no Brasil.

Tarso Genro, Pedro Abramovay, Celso Amorim e outros do mesmo naipe agora procuram, abestalhados, justificar o injustificável: a proteção à um assassino que engabelou Lula da Silva.

Engabelou é apenas uma expressão, naturalmente.

Lula, puta velha, jamais de deixaria engabelar por um sujeito como Battisti.

Não mesmo.

Bandido reconhece bandido.

Foi proteção mesmo.

Coisas da máfia, coisa dos brothers.

Confinado além mar, mesmo assim o assassino italiano conseguiu adicionar mais um capítulo negro nas páginas sujas do que é a biografia de Lula da Silva.

O único que bravamente resiste à realidade além do PT é o homem que em dezembro sai por aí puxando a carruagem de Papai Noel junto com as reninhas jeanwillys, o ilustre Eduardo Suplicy.

Para ele, Battisti ainda é inocente, apesar de ter confessado.

A realidade, para Suplicy, é apenas um detalhe.

O que vale é o delírio mesmo.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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