O golpe contra Bolsonaro: a suja conspiração da extrema-imprensa

Boa parte da opinião pública vive numa espécie de camisa de força mental, sem perceber que está sendo manipulada pela extrema-imprensa, atribuindo a Bolsonaro toda a responsabilidade do não andamento da Reforma de Previdência. Isso é absurdo.

É verdade que Bolsonaro poderia assumir uma posição mais firme em relação ao tema e fazer corpo-a-corpo com líderes partidários, mesmo sem utilizar o velho toma lá, dá cá. Mas também é verdade que ao Congresso bastaria votar a Reforma que é imprescindível para o Brasil. Ou não?

A verdade é que o establishment brasileiro nunca quis saber de Bolsonaro e trama a sua derrubada de todas as formas. O mesmo acontece nos EUA com Trump, desde que ele lançou a sua candidatura. Inclusive as alegações contra Bolsonaro são as mesmas: ele não seria apto ao cargo.

Bolsonaro não mudou uma vírgula da proposta que o elegeu: disse que faria um governo liberal e que buscaria combater a violência e a corrupção. Os projetos enviados ao Congresso, além de outras medidas, estão totalmente alinhadas com tais propostas eleitorais.

Já o Legislativo e o Judiciário vão em direção oposta. Não perdem a oportunidade de tomar medidas que protejam a velha política podre, responsável pela destruição do país. Barraram o pacote anticrime e jogaram corrupção e lavagem de dinheiro para a Justiça Eleitoral, por exemplo.

A extrema-imprensa, dominada pela mais radical militância esquerdista, segue o ritmo de campanha, sistematicamente ridicularizando Bolsonaro e buscando a sua derrubada. Não deixa de ser irônico ver esse pessoal implorando pela intervenção militar no governo.

Além da aversão ideológica, a imprensa chora a perda de centenas de milhões de reais em verbas públicas cortadas por Bolsonaro. A choradeira se estende à nata do funcionalismo público, maior perdedora de privilégios caso passe a Previdência.

Os mega empresários, acostumados com o combo BNDES, obras/pedidos superfaturados, subsídios e reserva de mercado também não estão contentes com o novo governo, assim como a Faria Lima, que prefere o atalho da velha corrupção para aprovar logo a Previdência.

Os privilegiados de sempre se unem para impedir qualquer mudança. Manipulam o povo, aparentemente de volta à condição de escravo após um breve despertar que derrubou o projeto venezuelano do PT e elegeu um candidato para fazer justamente o que está fazendo.

Ou as pessoas de bem desse país despertam novamente e passam a apoiar Bolsonaro mais ativamente, ou teremos um golpe, implícito ou explícito. Mourão assume e adota uma agenda semi-tucana, aprova a reforma para o Brasil não quebrar e mantém todo o resto como sempre foi.

(Texto de Leandro Ruschel)

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