Intolerância: Esquerdistas agridem ativista lésbica pró-Bolsonaro (Veja o Vídeo)

Cadê a militância LGBT ou feminista para defender Karol Eller?

No domingo, dia 31 de março, o deputado estadual de Minas Gerais Sandro Lúcio da Fonseca, o Coronel Sandro (PSL), e sua assessora, a ativista lésbica pró-Bolsonaro, Karol Eller, foram agredidos por esquerdistas ao voltarem de um ato comemorativo do aniversário da chegada dos militares ao poder em 1964.

Segundo Karol e o Coronel Sandro, os dois estavam almoçando quando por coincidência alguns manifestantes de esquerda os cercaram e começaram a agredi-los verbal e fisicamente, forçando-os a fugir e se abrigarem em um condomínio. Parte da ação foi filmada pelo parlamentar e publicada em suas redes sociais.

Veja o vídeo publicado pelo Coronel Sandro:

Infelizmente, Karol não saiu ilesa. A moça acabou sofrendo uma fratura no pé, devido à covardia de alguns manifestantes que a agrediram com chutes e pisões. O motivo das agressões teria sido o fato dos militantes de esquerda terem reconhecido Karol, já que a mesma é famosa por defender Bolsonaro e criticar a ideologia de gênero nas redes sociais. Em sua página no Facebook, a ativista publicou um desabafo ao lado de uma foto de seu pé fraturado.

Além disso, Cel. Sandro denunciou o possível envolvimento de um assessor de um político de viés esquerdista/comunista no caso.

Um boletim de ocorrência foi registrado e a polícia já está na busca pelos culpados. Agora só nos resta esperar para ver se alguma página ou ONG de defesa dos direitos das mulheres e dos homossexuais sairá em defesa de Karol. Afinal de contas, o ideal da tolerância não deve ser invocado apenas quando for para beneficiar ativistas e ideias de esquerda, não é mesmo?

Felipe Branco

Cristão conservador, estudante de direito e aspirante a escritor.

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