Se Hitler fosse vivo, a manchete da extrema imprensa: Hitler critica Bolsonaro (Veja o Vídeo)

Se o alemão estivesse vivo, ele elogiaria ou reprovaria a cobertura da mídia brasileira sobre a visita de Bolsonaro a Israel?

No último dia 1º de abril, portais famosos da mídia brasileira divulgaram que o Hamas, grupo terrorista nacionalista ultra-radical religioso islâmico que controla a Faixa de Gaza, criticou a visita de Bolsonaro a Jerusalém.

As notícias, para "variar", são quase todas iguais: “Hamas crítica...”, Hamas condena...”, Hamas repudia...”. A meta da extrema-imprensa é passar a imagem de que o presidente é um desqualificado, mesmo que para isto os jornalistas tupinicongs atuem como porta-vozes do discurso de ódio palestino contra judeus.

Alguns veículos reproduziram na íntegra a nota do Hamas, mas quase nenhum dos mais famosos dignou-se a explicar que se trata de um grupo terrorista, nacionalista e ultra-radical religioso. Parece que certos termos no Brasil só são usados para figuras como Bolsonaro, Olavo de Carvalho e os evangélicos.

De fato, o Hamas parou com o que a imprensa chama de “ataques suicidas” aos civis israelenses. Desde 2005, preferem ataques com mísseis, ou seja, ataques assassinos. As coberturas disso sempre começam com “Israel ataca...”, depois explicam que o ataque foi resposta aos mísseis palestinos.

A mesma mídia isenta esquerda-afetiva que acha absurdo alguém não reconhecer que houve ditadura no Brasil parece não não ver problema no Hamas negar que houve Holocausto.

Se Hitler fosse vivo, não duvido que veríamos manchetes do tipo "Hilter critica Bolsonaro", assim como fizeram com o Hamas. Vivemos para ver a mídia se colocar ao lado do que ela chama de extrema-direita: ultra-radicais nacionalistas e religiosos.

Ou a mídia brasileira abraçou a extrema-direita, ou extrema-direita não é bem o que ela diz que é.

Herbert Passos Neto

Jornalista. Analista e ativista político.

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