Exportações de carne para países árabes têm maior faturamento da história e derrubam Fake News da grande mídia (veja o vídeo)

Alinhamento com Israel não terá qualquer impacto sobre as exportações para países árabes, segundo consultoria especializada

Tão logo o presidente Jair Bolsonaro tratou de começar a cumprir a sua promessa de campanha de se aproximar de Israel para importar tecnologias - coisa que poucos políticos fazem, diga-se de passagem -, as esquerdas e a mídia corporativa passaram à sua tradicional agenda de ataques infundados ao presidente e suas medidas.

A esquerda, que nunca se preocupa se suas ações populistas anti-capitalistas irão destruir mercados, de repente ficou toda preocupada com as exportações de carne brasileira para os países árabes. Como se sua preocupação fosse de fato econômica, e não ideológica; como se nunca tivessem se colocado como inimigos ferozes do Estado Judeu, agora, podia disfarçar seu anti-semitismo sob uma falsa preocupação econômica.

A mídia, por sua vez, tomada pelos “intelectuais orgânicos” formados pelas faculdades dominadas por militantes de esquerda travestido de professores, seguiu a mesma linha.

Mas demos o benefício da dúvida: as alegações de que as exportações de carne brasileira seriam prejudicadas pela nova simpatia brasileira ao Estado de Israel procedem? Não se trataria de apenas mais um plote midiático, como tantos outros, objetivando unicamente a taxação do presidente como um “caipira iletrado e incapaz”, um sujeito sem condições de ocupar o cargo que ocupa?

A consultoria especializada em negócios agrícolas, Rural Business, resolveu verificar. A empresa que trabalha com análises de mercado garante - e é taxativa ao afirmar - que o novo alinhamento com Israel NÃO TERÁ QUALQUER IMPACTO sobre as exportações brasileiras.

O alinhamento com Israel teve algum impacto sobre as exportações?

Em primeiro lugar, a análise demonstra que, apesar de um pequeno recuo de 1,4% no volume das exportações no primeiro bimestre de 2019, o faturamento dos exportadores para o período foi o maior da história: R$ 2,3 bilhões. A aparente discrepância entre redução de volume e recorde de faturamento é explicada pela alta do dólar, que causa uma diminuição da demanda por um aumento dos preços e não por uma rixa ideológica/religiosa.

Por que as exportações também não serão afetadas daqui pra frente?

Entre as razões elencadas pela consultoria estão o elevado volume de produção e baixo custo das carnes brasileiras no mercado internacional, a necessidade dos países - mesmo que não alinhados ideologicamente - tem de importar esses produtos baratos para controlar seus níveis de inflação, o fato de empresas brasileiras com boa parte do capital controlada por árabes estarem mirando os crescentes mercado asiáticos e a incapacidade dos países árabes de produzir grandes quantidades de carne boa e barata.

da Redação

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