O rei, o príncipe, o sultão, a gerentona e a amnésia seletiva

Até outro dia, Lula era rei e Sérgio Cabral era príncipe, Eike era sultão, Dilma a gerentona e o BNDES era o cofre. Cuba e Venezuela eram aliados de primeira ordem.

A esquerda festejava o "espetáculo das políticas públicas" e a "distribuição de renda".

Quantas vezes ouvimos expressões como "Pai dos Pobres" ou "Mãe do PAC"?

Quantas colunas da Miriam Leitão exaltaram o "espetáculo do crescimento" promovido pelo petismo?

Deu no que deu...

Agora observe quem são os maiores críticos do governo do presidente Jair Messias Bolsonaro e quem são as figuras que ofenderam e insultaram o ministro Paulo Guedes. Veja quem são os opositores ao projeto do ministro Sérgio Moro. Note o tom dos colunistas.

Grotesca é a amnésia seletiva.

Olho para essa pelegada e pergunto: pra que serve a vergonha na cara, né?! Nem desenhando eles entenderiam a função social e política desse importante instrumento de vida.

P.S.: Hoje fui chamado de "imbecil" e "fraude" por um cidadão de esquerda, conhecidinho nas rodas artísticas da Rede Globo. Fiquei até feliz, porque, diante das circunstâncias acima descritas, percebo que estou no caminho certo... e tenho vergonha na cara.

Sigamos em frente!

Helder Caldeira

Escritor, Colunista Político, Palestrante e Conferencista
*Autor dos livros “Águas Turvas” e “A 1ª Presidenta”, entre outras obras.

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