Em defesa do “homofóbico” Haddad, o hipócrita Jean Wyllys muda o conceito de homofobia

Figura abjeta como o ex-deputado federal Jean Wyllys é algo muito difícil de ser encontrado.

O ódio que esse sujeito tem guardado em seu coração é gigantesco, imensurável e incompreensível.

A ‘miopia’ que caracteriza suas análises é de uma desfaçatez e desonestidade assombrosa.

Há poucos dias, em uma discussão no Twitter com Carlos Bolsonaro, o candidato derrotado do PT na eleição presidencial Fernando Haddad atacou o oponente com uma declaração extremamente homofóbica, reconhecida assim até por sites de esquerda.

Vamos aos fatos: Haddad criticou o presidente Jair Bolsonaro por ter dado o 13° do bolsa família e recebeu um "CHORA MARMITA" do filho do presidente.

“Marmita” é o apelido das mulheres que fazem visitas íntimas aos presidiários.

Atordoado, o petista contra atacou fazendo referência a uma história ridícula que a esquerda espalhou de que Carlos tem um caso com um primo e não revela que é gay por medo do pai.

"E O PRIMINHO VAI BEM?"

Caiu a máscara! Revelou-se o lado absolutamente homofóbico do “marmita”.

Wyllys, em defesa do comparsa, mudou a definição de homofobia.

Doravante, homofóbico “é quem está no armário”.

Disse o arregão do PSOL:

“Ninguém me chame a usar a causa LGBT pra atacar Haddad só porque este se referiu a um hipócrita homofóbico nos termos em que deveria se referir. Go, Haddad! Homofóbico é quem está no armário, goza no armário e ataca o orgulho LGBT desde o armário!”

Ora, quem atacou o "orgulho LGBT" foi o Haddad...

Amanda Acosta

Articulista e repórter
amanda@jornaldacidadeonline.com.br

Comentários