Corrupção, bala na cabeça e Lula perde mais um comparsa

Pelo mundo, o conceito de honradez varia.

E o medo de cadeia igualmente.

Na manhã desta quarta-feira (17), no Peru, ao ser enquadrado e preso pela Polícia acusado de financiamento irregular de campanha, lavagem de dinheiro e tráfico de influência no caso Odebrecht - levantado pela Operação Lava Jato - o ex presidente peruano Alan García (período 2006-2011) meteu uma bala na cabeça.

Conseguiu escapar da cana. Mas morreu.

Segundo a delação da Odebrecht, só no Peru, além de outros sete países, foram despejados em superfaturamento e propinas cerca de 3 bilhões de dólares.

Além de García, mais 3 ex-presidentes do Peru foram enquadrados: Alejandro Toledo, Ollanta Humala e Pedro Pablo Kuczynski.

Coincidentemente com os casos brasileiros de corrupção, governaram o país no período de 2001 a 2018.

Período dos governos Lula e Dilma.

Significativo, não é mesmo?

Muitos políticos brasileiros fariam um enorme favor à nação se seguissem o dignificante exemplo de García, sumindo do cenário.

Por honra ou por medo da cadeia, não importa.

E nem precisaria ser de forma tão radical.

Bastaria desaparecer, deixando o ar mais limpo para os brasileiros respirarem.

Mas infelizmente isso não acontece na terra brasilis.

Por aqui, criminosos condenados e presos, como Lula, conspiram de dentro da jaula mesmo, faceiros.

O Brasil não é o Peru de Garcia.

Infelizmente.

*Em tempo: apenas para não despertar os instintos éticos dos politicamente corretos: não estou afirmando que alguém deva usar balas para resolver problema algum. Apenas recomendo que sumam do mapa.

Marco Angeli Full

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

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