Bretas sai em busca de eventual ligação entre Cabral e Gilmar

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) há muito é suspeita de ter participado de esquemas de corrupção no governo de Sérgio Cabral Filho.

Inclusive, em agosto do ano passado, a Operação Lava Jato efetuou a prisão de Edson Menezes, superintendente do Banco Prosper e ex-superintendente da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro.

A investigação prossegue no sentido de elucidar como se deu o pagamento de propina na venda da folha de pagamento dos servidores do Rio, na gestão do ex-governador.

O leilão foi preparado por uma consultoria da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que subcontratou o Banco Prosper.

Menezes teria pago R$ 6 milhões em propina e a FGV é suspeita de ter participado do esquema.

Porém, segundo o Radar da Veja, nos depoimentos mais recentes de Cabral, parece claro que Bretas tenta desvendar uma eventual conexão entre a FGV e o instituto de Gilmar Mendes.

da Redação

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