Declaração de atriz sobre filho adotivo escolher sexo é claro sinal de demência (veja o vídeo)

Até que ponto é certo deixar uma criança de 3 anos de idade gerir a própria vida?

Uma atriz chamada Charlize Theron, de quem só ouvi falar por causa desta notícia, disse que cria o filho adotivo de 7 anos como menina.

Na reportagem, distribuída pelo Estadão Conteúdo e que bombou em grandes portais neste início de semana, ela diz que achava que o filho era menino, mas aos 3 anos de idade ele disse "Eu não sou um menino". Desde então, a criança tem liberdade para se vestir como quiser e frequentemente usa roupas de menina.

Tem que ser muito maluco, ou estar no mesmo nível de maturidade (o que dá no mesmo que ser maluco), para deixar uma criança de 3 anos conduzir a própria vida dessa forma. Nessa idade uma criança nem sequer domina a linguagem para se expressar direito.

No mínimo, tem que esperar crescer, lembrando que aos 18 o cérebro já totalmente está formado, mas demora mais até que as pessoas tenham condições de avaliar as consequências de longo prazo em tomada de decisões. Tanto que a maioridade no Brasil é aos 21 anos, e para outras atividades há outros limites como 25 anos para pedir porte de arma e 35 anos para ser presidente da República.

CIÊNCIA OU DEMÊNCIA? - Uma informação que chama atenção no texto é que "não há nenhum diagnóstico que explique o comportamento de Jackson", mas o psiquiatra e especialista em identidade de gênero e orientação sexual da USP, Alexandre Saadeh, diz que ser transexual é uma questão biológica e depende dos hormônios que atuam durante a gestação.

A partir da declaração do psiquiatra, como fica aquele papo de "ninguém nasce homem ou mulher" e "o gênero é uma construção social"? Não dá para saber se é homem ou mulher, mas dá para saber que é trans sem nenhum diagnóstico que explique o comportamento? É isso?

Confira no vídeo:

Herbert Passos Neto

Jornalista. Analista e ativista político.

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