Economia dos EUA continua crescendo, e muito!

A economia dos Estados Unidos cresceu mais que o esperado para o início do ano. O volume das exportações chamou a atenção no primeiro trimestre do ano. O ponto baixo foram os gastos das famílias no país governado por Trump, que caiu, mas no geral a economia vai bem, obrigado!

O PIB (Produto Interno Bruto), é a soma das riquezas produzidas por um país em um determinado período de tempo, registrou um aumento anualizado de 3.2%. A expectativa de todas as agências pesquisadas pelo Jornal da Cidade era de um crescimento de 2.3%, quase 1% de aumento.

O Presidente Trump, obviamente, não deixou passar a oportunidade de falar bem do seu trabalho.

“O número foi muito mais alto que as mais altas expectativas”.

O Presidente se refere ao fato que recentemente a economia começava a crescer em um ritmo mais tímido. Por isso, virtualmente todos os especialistas, independente do partido, acreditavam ser o início de um ciclo mais lento de crescimento seguido por uma pequena retração.

Segundo especialistas, esses ciclos são muito comuns depois de muitos meses de crescimento acelerado. Os Estados Unidos não sabem o que é recessão desde o início do segundo mandato de Obama.

Mas o consumo das famílias tem sido um problema relativamente importante na economia. O normal é que os gastos pessoais sejam uma parte mais importante da produção de riqueza do quem vem acontecendo, e isso está diminuindo em um ritmo mais acelerado do que o esperado, cresceu 1% e deveria ter sido o dobro.

Quem diz isso é o economista Michael Gapen. “O presidente está certo, 3.2% é um número maravilhoso, especialmente nesse contexto, mas se as pessoas não gastarem esse dinheiro teremos um problema adiante”, analisa Michael. Mas o economista deixa claro que esse é o único indicador importante indo mal.

As vendas no varejo, investimento empresarial, bolsa de valores, etc. tudo está indo muito bem. Isso ameniza as preocupações de estrategistas que questionavam a saúde da atividade econômica e é outro fator que ajuda o FED (Banco Central Americano) a manter a expectativa de baixa na taxa de juros enquanto faz os ajustes necessários na economia.

João de Freitas

Jornalista, brasiliense, reportando as principais notícias do mundo direto dos Estados Unidos.

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