‘Correio do Estado’ inicia nova campanha de terror contra Campo Grande

A cidade estava sendo destruída, mas os contratos de publicidade com o ‘Correio do Estado’ estavam sendo pagos, então o jornal mantinha-se ‘cego, surdo e mudo’, mesmo diante da destruição de Campo Grande e total dilapidação dos cofres públicos.


O pastor impostor estava no cargo, e a saúde do povo de Campo Grande agonizava... Médicos em greve, enfermeiros em greve, postos de saúde sem atender à população, professores em greve, escolas fechadas, funcionalismo sem receber pagamento e vereadores golpistas com os bolsos cheios, mas, para o ‘Correio do Estado’ tudo caminhava muito bem.

A imprensa, bem remunerada, permanecia silenciosa, como se tudo estivesse às mil maravilhas.

Assim, diante do estado crítico em que se encontrava a cidade, mesmo diante da indiferença de quase a totalidade da imprensa, felizmente a Justiça interviu. Reconhecendo o golpe político e o caos implantado, reconduziu o legítimo prefeito ao cargo.

Enquanto isso, o Ministério Público tem intensificado suas investigações contra os vereadores comparsas de João Amorim e demais envolvidos no crime praticado contra a Capital de Mato Grosso do Sul.

Diante desse quadro, este é momento em que a ordem está sendo reestabelecida e a cidade gradativamente recupera sua autoestima, com o fim das greves, as obras sendo retomadas, as escolas novamente funcionando com merenda de boa qualidade para as crianças e os buracos e crateras deixados pela gestão indigesta sendo tapados.

Eis que o mesmo ‘Correio do Estado’, aquele veículo que não via nada, reinicia nesta segunda-feira (2), dia de finados, o terror em Campo Grande.

A manchete, em contraste com a nova realidade da cidade, diz o seguinte: ‘Campo Grande vive o caos com abandono, crise política e jurídica’.

Uma deslavada mentira, que tenta justamente desestabilizar a nova realidade, agora sim preocupada com as pessoas e alheia às manchetes da imprensa que só trabalha a toque de caixa.

Felizmente o povo está atento e o jornal que já foi respeitado em outros tempos, hoje não tem mais a mínima credibilidade.

A cidade vai vencer o terror...

Lívia Martins

da Redação

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