Lula, Boulos, Manuela no fundo invejam o autoritarismo de Maduro

Que a Venezuela, ainda que não hoje, reencontre a liberdade.

O socialismo do século XXI passa por cima, literalmente, de seus adversários. Sempre foi e sempre será assim com esta ideologia nefasta.

Por aqui, terra onde os paladinos morais tiveram a ousadia de batizar um partido juntando socialismo e liberdade, vai tudo bem: Lula dá entrevista a dois espantalhos, autorizado por outro espantalho chefe do Judiciário, Dias Toffoli, tudo bancado por nós, pagadores de impostos, e com a maior tranquilidade não fez uma crítica a Maduro e a Chávez. Disse que este era "muito voluntarioso". Nota-se como o regime é voluntariosamente genocida.

Lula, Boulos, Manuelas e similares no fundo, no fundo invejam o autoritarismo sem maquiagem, a ditadura escancarada, o socialismo raiz, que se assume com presos políticos e torturados, com assassinato de mulheres, jovens, idosos, um socialismo sem preconceito na hora de matar. Um socialismo como este o é de fato: impiedosamente sanguinário.

Os socialistas do Baixo Gávea, que não sobreviveriam a um chope quente nas horas vagas, hoje torcem para que um país continue refém de um ditador cruel e seus asseclas, para que este país continue faminto, mas socialista. Afinal, a fome e liberdade são detalhes. O querem por diversão. Para serem fiéis aos seus ideias políticos. Precisam trotar junto com a manada.

Se esta postura covarde serve para alguma coisa, é para nos lembrar do que nos livramos. E para não nos esquecermos, nunca, do que a extrema-esquerda é capaz de fazer quando no poder.

A turma do "menos ódio, mais amor" é incapaz de sentir compaixão verdadeira.

Que a Venezuela, ainda que não hoje, reencontre a liberdade.

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