Estudante comunista que deu “ovada” em Bolsonaro faz acordo esdrúxulo e evita processo

Em agosto de 2017, quando Jair Bolsonaro estava em uma cafeteria no Centro de Ribeirão Preto, em sua pré-campanha para a Presidência da República, uma mulher se aproximou sorrateiramente, tocou em seu ombro e, antes que o então deputado pudesse esboçar qualquer reação, ela apertou um ovo contra o seu peito.

Foi a primeira ofensa física da esquerda contra Bolsonaro. Mais tarde, já como candidato a presidente, ele viria a sofrer uma outra, quase fatal, aplicada pelo criminoso Adélio Bispo de Oliveira. Sem contar, a ‘cusparada’ desferida pelo pilantra Jean Wyllys.

No caso de Ribeirão Preto, a mulher de nome Alana Gabriele de Oliveira Arruda, filiada ao PCdoB, chegou a ser detida pela PM e levada para a delegacia, mas, em seguida foi liberada.

Processada, acaba de fazer um acordo judicial, em função do crime ter sido considerado de pequeno potencial ofensivo.

A comunista terá que pagar a importância de R$ 499,00 e o processo será arquivado sem julgamento de mérito, com a consequente extinção da punibilidade.

Sem dúvida, uma inaceitável benevolência da Justiça.

Atitude premeditada e desrespeitosa que merecia punição exemplar.

Lívia Martins

Articulista e repórter
livia@jornaldacidadeonline.com.br

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