A Praça dos Três Poderes, o bom senso e a vontade do povo

A nossa Constituição Federal, dependendo da eloquência do interessado, tudo permite e nada consente. Talvez seja por esta razão que o Supremo Tribunal Federal esteja tendo tanto protagonismo em causas políticas, com a tendência absurda de privilegiar a impunidade.

O Brasil, graças à flexibilidade interpretativa da sua Carta Magna, tornou-se um dos países mais criminalizados e corruptos do mundo, comprometendo, sob um viés hipócrita de culto à liberdade, o trabalho, a saúde, a educação, a economia da nação e do cidadão, a segurança pública, a defesa e a soberania do estado e o que mais de ruim se queira levantar.

O País está quebrado econômica e moralmente, desorganizado, desmoralizado e à mercê de interesses mesquinhos de criminosos de todos os colarinhos.

“A primeira impressão que se tem de um governante e da sua inteligência é dada pelos homens que o cercam”. (Maquiavel)

A elevada qualidade da equipe de governo montada pelo Presidente Bolsonaro nos permite acreditar que a pauta da campanha será implementada e executada, dentro da norma legal, apesar das intenções eleitoreiras e sórdidas de uma oposição irresponsável que se esconde atrás de uma máscara dita centrista.

Para que as portas do bom futuro se abram para o Brasil é preciso que o país se livre, o quanto antes, das mãos do crime organizado e institucionalizado e que saia do atoleiro que o ambiente de permissividade e de promiscuidade criou ao longo das últimas três décadas.

Para isso, são prioritárias as reformas propostas por Paulo Guedes e o pacote anticrime de Sérgio Moro, pautas que, entre outras, foram aclamadas com clareza e veemência patriótica pelas multidões que foram às ruas no último dia 26 de maio!

A vontade do povo está clara e audível, que o bom senso dê as caras na Praça dos Três Poderes para que ela seja vista, ouvida e respeitada.

(Texto de General Paulo Chagas)

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